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Como a MBRF estrutura a logística do Natal no Brasil

Operação integrada, frota ampliada e tecnologia garantem abastecimento de proteínas e kits festivos em todo o País.
Por Kevin Nascimento
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A MBRF inicia o planejamento da operação de fim de ano já em janeiro, estruturando uma logística contínua para garantir a chegada de produtos como Chester Perdigão e Peru Sadia às famílias brasileiras. Com itens presentes em oito de cada dez lares, a companhia mobiliza equipes, modais e tecnologia para atender o pico de demanda das semanas decisivas de dezembro, alcançando noventa e oito por cento das cidades do País.

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Segundo Loriano Rigo, diretor de Logística da MBRF, o plano começa a ganhar forma no primeiro trimestre, com estudos voltados às metas comerciais e ao portfólio de comemorativos. Para absorver o aumento de demanda, a empresa amplia a frota em cinquenta por cento, reforça a armazenagem em terceiros em vinte por cento e incorpora mão de obra especializada. Em abril, o sistema interno define o fluxo de cargas entre fábricas e centros de distribuição, antecipando gargalos e ajustando o ritmo dos envios para cada região.

Ceia de fim de ano depende de uma operação logística antecipada para garantir a chegada de proteínas tradicionais às famílias brasileiras. Crédito: Reprodução

A dimensão do território brasileiro exige soluções variadas. Regiões remotas, como comunidades ribeirinhas da Amazônia, recebem as cargas por barcos, enquanto grandes centros urbanos contam com entregas ponto a ponto. Kits natalinos destinados a colaboradores de empresas também fazem parte da operação e exigem rotas específicas. A combinação entre frota refrigerada e sensores garante o controle da temperatura, enquanto a torre de controle utiliza inteligência artificial para monitoramento e ajustes em tempo real.

O esforço logístico começa antes mesmo da movimentação das cargas. O alojamento dos animais destinados ao portfólio de fim de ano é iniciado em dezembro do ano anterior, e a produção específica é iniciada em março. A relação com o varejo se intensifica entre novembro e dezembro, período em que a logística primária opera sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia, para acompanhar o pico de pedidos.

A companhia mantém ainda planos de contingência para mitigar riscos de oferta e demanda. Indicadores como OTIF (On-Time In-Full), que mede entregas no prazo e no volume correto, e NPS (Net Promoter Score), que avalia satisfação dos clientes, orientam ajustes na operação. Na reta final do ano, o impacto desse sistema integrado se torna visível: Chester Perdigão e Peru Sadia chegam a quase 20 milhões de consumidores e mais de 300 mil clientes. “Ter uma operação conectada desde o início da cadeia até a entrega final é o que garante a excelência”, afirma Rigo.

Fonte: MBRF, adaptado pela equipe Feed&Food

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