Abre em uma nova aba
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78▼
Bezerro SPR$ 3.182,01▼
Boi GordoR$ 338,65▼
Soja PRR$ 127,64▲
Soja PortoR$ 133,87▲
MilhoR$ 63,45▼
Suíno Carc.R$ 8,60▲
Suíno PRR$ 4,66▼
Suíno SCR$ 5,00▲
Suíno SPR$ 5,27▼
Bezerro MSR$ 3.390,78▼
Bezerro SPR$ 3.182,01▼
Boi GordoR$ 338,65▼
Soja PRR$ 127,64▲
Soja PortoR$ 133,87▲
MilhoR$ 63,45▼
Suíno Carc.R$ 8,60▲
Suíno PRR$ 4,66▼
Suíno SCR$ 5,00▲
Suíno SPR$ 5,27▼

Bovinos: BEA como estratégia de produtividade e competitividade

Nas últimas duas décadas, a pecuária de corte brasileira passou por uma revolução silenciosa, marcada pela incorporação de práticas de manejo racional, avanços na legislação sobre transporte e abate, e, sobretudo, pela crescente consciência de que bem-estar animal não é custo, mas condição estratégica para competitividade e sustentabilidade.

Referência nesse debate, Carmen Perez, empresária rural e comunicadora do agro, ressalta que a transformação começou pela informação. “Antes de pensar em ambiência ou em tecnologia, foi essencial levar conhecimento para as equipes que lidam diariamente com os bovinos. A conscientização e os treinamentos consistentes foram o primeiro passo para que o bem-estar se tornasse realidade”, afirma.

Ela observa que, diferentemente de aves e suínos, os bovinos possuem mais liberdade de espaço, o que torna o tema da ambiência mais complexo. “No confinamento, ainda vemos muitos desafios: lama, poeira, restrição de área — às vezes menos de 12 m² por animal —, o que gera problemas respiratórios e competição. Por outro lado, quando o bem-estar é priorizado, o retorno é claro: melhora a produtividade, aumenta a segurança das equipes e engaja os trabalhadores”, destaca Carmen.

Leia o conteúdo completo na edição 222 da Revista Feed&Food

Você está em
Texto 100%