Em um ambiente global no qual a produção de proteína animal é cada vez mais observada sob a lente da ciência, da transparência e da responsabilidade, o bem-estar animal deixa de ser um tema periférico para ocupar o centro das decisões estratégicas. Neste cenário, certificações internacionais, como a North American Meat Institute (NAMI), conquistada pela Pamplona Alimentos, insere-se exatamente nesse movimento: não como resposta a uma exigência regulatória, mas como parte de uma transformação estrutural na forma de produzir.
O protocolo, um dos mais reconhecidos do mundo, não é exigido pela legislação brasileira. Ainda assim, a Pamplona optou por adotá-lo de forma voluntária, como parte de um compromisso público já previsto em sua Política de Bem-Estar Animal. A decisão reflete a compreensão de que elevar padrões não é apenas uma resposta a demandas externas, mas uma estratégia para acompanhar a evolução científica e fortalecer a sustentabilidade do negócio no longo prazo.
“O bem-estar animal é um tema em constante evolução, sustentado por ciência. Quando escolhemos adotar um protocolo internacional de forma voluntária, assumimos o compromisso de evoluir junto com esse conhecimento e com as melhores referências do setor”, afirma Irani Pamplona Peters, diretora-presidente da Pamplona Alimentos.
Leia a matéria completa na edição 226 da revista Feed&Food.

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