Marcelo Macaus, da Redação
O avanço genético das fêmeas suínas tem modificado o manejo reprodutivo e produtivo nas granjas. A avaliação foi apresentada por Amanda Pimenta Siqueira, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, durante o painel “Hiperprolificidade: como a genética está trabalhando para que o potencial genético aconteça no campo”, no Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), em Chapecó (SC).
Segundo Amanda, a hiperprolificidade segue como um dos principais fatores de competitividade, pois matrizes que desmamam mais leitões ao longo da vida reduzem o custo por animal. Porém, o aumento da produtividade traz novos desafios, principalmente na capacidade das fêmeas sustentarem o desenvolvimento das leitegadas.
Ela destacou que práticas adotadas no passado já não atendem plenamente as necessidades das fêmeas de genótipo moderno. Estrutura das granjas, ambiência, formulação das dietas, oferta de água, conforto térmico e capacitação das equipes precisam estar ajustados ao novo perfil dos animais.
Amanda ressaltou que a hiperprolificidade deve ser tratada como estratégia integrada entre genética, manejo, nutrição e ambiente, para que o potencial produtivo seja convertido em resultados no campo.

Fonte: Agroceres PIC, adaptado pela equipe FeedFood
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