Feed & Food
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Publicidade

Anec reduz projeção de embarques de soja em maio para 15,87 milhões de t

No acumulado de janeiro a abril, o Brasil exportou 43,10 milhões de toneladas de soja, acima das 40,08 milhões registradas no mesmo período de 2025.

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais reduziu a projeção de exportações brasileiras de soja para maio, refletindo ajustes nos embarques previstos para o fim do mês. A nova estimativa aponta embarques de 15,87 milhões de toneladas, volume 1,6% inferior aos 16,13 milhões de toneladas projetados na semana passada. Ainda assim, o resultado representa crescimento de 11,9% frente às 14,18 milhões de toneladas exportadas em maio de 2025.

O milho também teve revisão negativa nas projeções. Segundo a entidade, os embarques devem alcançar 367,3 mil toneladas em maio, redução de 12,5% em relação às 419,7 mil toneladas previstas anteriormente. Apesar do recuo semanal, o volume segue muito acima das 68,4 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

No farelo de soja, a estimativa caiu de 2,78 milhões para 2,63 milhões de toneladas, retração de 5,6%. Caso o volume se confirme, haverá crescimento de 23,9% na comparação anual, ante 2,12 milhões de toneladas exportadas em maio de 2025.

A entidade também revisou para baixo os embarques de DDGS grãos secos de destilaria, coproduto da indústria de etanol utilizado na alimentação animal, que passaram de 110,2 mil para 65,2 mil toneladas previstas no mês. Para o trigo, não há expectativa de exportações em maio.

No acumulado de janeiro a abril, o Brasil exportou 43,10 milhões de toneladas de soja, acima das 40,08 milhões registradas no mesmo período de 2025. Crédito: Reprodução

Line-up concentra soja em Santos e Barcarena

O line-up da semana entre 24 e 30 de maio prevê embarques de 3,60 milhões de toneladas de soja. Os principais volumes devem sair pelos portos de Porto de Santos, com 1,39 milhão de toneladas, seguido por Porto de Barcarena, com 558 mil toneladas. Também aparecem entre os principais corredores logísticos os portos de Porto de Paranaguá, Porto do Itaqui e Porto de Itacoatiara.

Para o farelo de soja, estão programadas 684,7 mil toneladas, concentradas principalmente em Santos, Paranaguá e Porto do Rio Grande. Já o milho deve registrar embarques de 151,3 mil toneladas, com destaque para Porto de Santarém e Paranaguá.

Na semana anterior, entre 17 e 23 de maio, o Brasil embarcou 3,42 milhões de toneladas de soja, além de 584,8 mil toneladas de farelo e 47 mil toneladas de milho.

Exportações seguem acima de 2025

Os dados consolidados de abril mostram avanço nas exportações brasileiras do complexo soja. Segundo a Anec, o país embarcou 16,25 milhões de toneladas de soja no mês, crescimento de 20,4% sobre abril de 2025. O milho somou 265,6 mil toneladas, enquanto o farelo de soja atingiu 2,46 milhões de toneladas, alta de 14,3% na comparação anual.

Os embarques de DDGS também cresceram, passando de 78,2 mil toneladas em abril do ano passado para 146,1 mil toneladas neste ano.

China segue líder nas compras de soja brasileira

No acumulado de janeiro a abril, o Brasil exportou 43,10 milhões de toneladas de soja, acima das 40,08 milhões registradas no mesmo período de 2025. O farelo de soja alcançou 7,79 milhões de toneladas e o milho, 5,48 milhões de toneladas. Já o trigo apresentou retração, totalizando 970,1 mil toneladas.

A China permaneceu como principal destino da soja brasileira, respondendo por 70% dos embarques no quadrimestre. Na sequência aparecem Espanha, Turquia e Tailândia.

No milho, o principal comprador foi o Egito, seguido por Vietnã e Irã. Já no farelo de soja, os maiores destinos foram Indonésia, Tailândia e Irã.

A Anec destaca que os volumes projetados ainda podem sofrer alterações em função de fatores climáticos, operacionais e logísticos nos portos brasileiros.

Fonte: AE, adaptado pela equipe da Feed&Food

LEIA TAMBÉM:

Filipinas ganham protagonismo e já figuram entre os principais mercados da carne suína brasileira

Reciclagem animal discute regulação e novos mercados no Mapa

Novas exigências ambientais pressionam avicultores no Paraná

Você está em
Texto 100%