A médica-veterinária Aletéia Britto da Silveira Balestrin assumiu a presidência do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) para o biênio 2026/2027 com uma agenda voltada ao fortalecimento institucional, à capacitação profissional e à ampliação do protagonismo da classe.
Segundo ela, entre as principais diretrizes da nova gestão estão a ampliação das ações de formação técnica, o estímulo à participação de novos profissionais, o fortalecimento de parcerias institucionais e a consolidação do Nucleovet como um ambiente cada vez mais presente na vida da comunidade veterinária e zootécnica. “Nossa proposta é manter e expandir iniciativas que já fazem parte da atuação da entidade, como eventos técnicos, capacitações e ações voltadas à atualização profissional, incorporando também novos temas, formatos e abordagens alinhados às transformações do setor”, destaca.
A nova presidente afirma que a gestão também pretende intensificar o diálogo com universidades, empresas, órgãos públicos e outras entidades, com foco na construção de agendas integradas e no fortalecimento da representatividade da classe. “Acredito muito no poder da cooperação e na construção de pontes. Trabalhar de forma integrada é essencial para que possamos evoluir como setor”, ressalta.
Outro eixo central do mandato será a formação de novas lideranças e a valorização dos profissionais. Segundo Aletéia, o objetivo é fazer com que a entidade seja cada vez mais acolhedora, moderna e inspiradora. “Queremos apoiar a formação contínua, estimular a participação de diferentes perfis e abrir espaço para novas lideranças dentro do Nucleovet”, afirma.

Um dos focos estratégicos da nova gestão será a evolução dos Simpósios Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura e Bovinocultura de Leite. Em 2026, além de o Nucleovet completar 55 anos de atuação, os eventos chegam à marca de 15 edições. “Estamos preparando uma programação científica ainda mais qualificada, com maior espaço para inovação, tecnologia e novos formatos de conteúdo, como painéis temáticos e debates técnicos”, explica.
Ela destaca que a proposta é fortalecer esses simpósios como plataformas de disseminação de conhecimento, troca de experiências e aproximação entre profissionais, empresas e centros de pesquisa. “Esses eventos são estratégicos para o setor e queremos elevar ainda mais o nível técnico e a relevância deles no cenário nacional”, pontua.
A nova presidente também reforça a importância de ampliar o engajamento dos associados por meio da participação em comissões, projetos e atividades técnicas. “O Nucleovet é feito por pessoas. Quanto maior for a participação dos profissionais, mais forte e representativa a entidade se torna”, afirma.
Para os próximos anos, Aletéia diz enxergar uma entidade que preserva sua história, mas avança com processos mais estruturados, comunicação mais eficiente e uma atuação cada vez mais alinhada às mudanças da Medicina Veterinária, da Zootecnia e do agronegócio. “Queremos honrar nossa trajetória, mas com os olhos totalmente voltados para o futuro”, conclui.
Fonte: Nucleovet, adaptado pela equipe Feed&Food.
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