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Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78▼
Bezerro SPR$ 3.182,01▼
Boi GordoR$ 338,65▼
Soja PRR$ 127,64▲
Soja PortoR$ 133,87▲
MilhoR$ 63,45▼
Suíno Carc.R$ 8,60▲
Suíno PRR$ 4,66▼
Suíno SCR$ 5,00▲
Suíno SPR$ 5,27▼
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Suíno vivo sobe até 22,3% em setembro e carcaça avança 16,3%

Menor oferta e demanda mais firme sustentaram a primeira valorização mensal do ano.

Os preços do suíno vivo e da carcaça suína registraram em setembro a primeira alta mensal de 2026, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento foi sustentado principalmente pela redução da oferta de carne e pelo aumento da demanda no mercado doméstico.

A valorização ocorreu nas cinco praças acompanhadas pelo indicador CEPEA/ESALQ. Minas Gerais apresentou o maior avanço no mês, de 22,31%, encerrando 30 de setembro em R$ 6,14 por quilo.

Altas chegam perto de 20% em outras praças

Em São Paulo, o suíno vivo terminou o mês em R$ 5,78/kg, com valorização de 19,67%. No Paraná, a cotação chegou a R$ 5,37/kg, alta de 19,60%. No Rio Grande do Sul, o preço alcançou R$ 5,27/kg, avanço mensal de 16,08%, enquanto Santa Catarina encerrou setembro em R$ 5,25/kg, valorização de 14,88%.

Indicador do suíno vivo CEPEA/ESALQ encerrou setembro com altas em todas as praças acompanhadas, lideradas por Minas Gerais, com avanço de 22,31% no mês. Crédito: Reprodução/Cepea

A carcaça suína especial também acompanhou o movimento e fechou o mês a R$ 8,50/kg, acumulando aumento de 16,28%. Apesar da recuperação do animal vivo e da carcaça, os preços de cortes suínos apresentaram recuo ao longo de setembro.

Indústria aumenta ritmo de compras

Segundo o Cepea, a indústria manteve um ritmo de negócios mais intenso e constante durante o mês, contribuindo para a recuperação das cotações.

Carcaça suína especial encerrou setembro cotada a R$ 8,50 por quilo, com valorização acumulada de 16,28% no mês.
Crédito: Reprodução/Cepea

Para o início de outubro, agentes consultados pelo Centro indicam manutenção de um ambiente mais firme. Além do aumento sazonal do consumo das famílias nos primeiros dias do mês, frigoríficos começam a ampliar a formação de estoques para as vendas de fim de ano.

A combinação entre disponibilidade mais restrita e maior presença compradora deverá permanecer no radar do mercado nas próximas semanas.

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