Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026) encerrou sua edição com US$ 41,494 milhões em negócios realizados durante os três dias do evento e uma projeção de US$ 312,150 milhões em exportações para os próximos 12 meses. Os números são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
Os resultados consideram as 33 empresas participantes do pavilhão de mais de 700 m² organizado pelas duas entidades durante o SIAVS. Ao longo da feira, as agroindústrias mantiveram contato com mais de 2 mil importadores de dezenas de países, ampliando oportunidades comerciais para as cadeias de aves e suínos.
Os valores não incluem os negócios realizados por outras empresas e cooperativas que participaram do SIAVS com estandes próprios.
Negócios e internacionalização
A programação internacional do evento contou com uma série de iniciativas voltadas à promoção das proteínas animais brasileiras no exterior. Entre elas esteve o Projeto Imagem, que levou jornalistas estrangeiros ao Brasil para acompanhar coletivas, palestras e visitas a instalações produtoras do setor.
A ABPA e a ApexBrasil também promoveram o Projeto Formadores de Opinião, com a participação de lideranças e representantes de mercados considerados estratégicos para a proteína animal brasileira.
Outra frente foi a aproximação entre compradores internacionais e empresas brasileiras. Importadores de mercados consumidores de carne de frango, suína e de pato, ovos e genética avícola participaram de encontros de negócios durante o SIAVS.
Brasil como fornecedor global
A programação também incluiu uma ação gastronômica para apresentar a diversidade das proteínas brasileiras. No espaço instalado dentro do pavilhão das agroindústrias, foram realizadas degustações de pratos preparados com carne de frango, carne suína, carne de pato e ovos, sob o comando do chef Marcelo Bortolon.

“Os resultados demonstram a força do SIAVS como plataforma de negócios e de relacionamento internacional. A presença de compradores de 30 países permitiu às agroindústrias brasileiras apresentar sua capacidade de fornecimento, fortalecer relações comerciais e abrir novas oportunidades em mercados tradicionais e também em destinos com grande potencial de crescimento”, afirma Santin.
Segundo a ABPA, os resultados projetados refletem não apenas os negócios realizados durante a feira, mas também as oportunidades comerciais abertas a partir dos contatos estabelecidos entre empresas brasileiras e compradores internacionais.



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