A pecuária de corte brasileira chega ao final de 2025 em um momento de recomposição e ajuste de ciclo, mas com sinais de vigor acima do esperado. A avaliação é de Maurício Palma Nogueira, engenheiro-agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP) e consultor com mais de três décadas de experiência em análise de mercados e resultados financeiros nas cadeias de proteína animal.
Durante sua participação no Painel Técnico da ASBRAM, Maurício destacou que o “fôlego da pecuária parece ser maior do que se imaginava”, indicando que o setor vem respondendo de forma consistente aos desafios de produtividade, custo e sustentabilidade. Coordenador do Rally da Pecuária, o especialista acompanha de perto a evolução tecnológica e econômica do campo e observa que o atual ciclo produtivo revela uma estrutura mais sólida do que em períodos anteriores de oscilação.
Segundo ele, mesmo diante de um cenário de margens pressionadas e custos elevados, os dados mostram que os sistemas de produção brasileiros estão conseguindo manter eficiência técnica e financeira. “O nível de profissionalização da pecuária nacional mudou significativamente. O pecuarista está tomando decisões mais baseadas em indicadores, e isso tem sustentado a rentabilidade mesmo em momentos de preços menos favoráveis”, avalia.
Leia a matéria completa na edição 223 da revista Feed&Food.

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