A solenidade de abertura da Fenacam’25, ocorrida às 19:30h (11/11/25), contou com a presença de um expressivo número de congressistas e membros das cadeias produtivas de carcinicultura e aquicultura brasileira e internacional, com destaque para as duas principais lideranças, representando os diversos segmentos das suas dinâmicas Cadeia Produtivas, bem como, para as autoridades governamentais, incluindo as esferas municipais, estaduais e federal, tendo sido precedida pela primorosa apresentação da “Orquestra Infanto-Juvenil Oficina de Sonhos”, um projeto musical da ONG Oficina de Sonhos, tocando músicas como “Nona Sinfonia de Beethoven”, “Que Nem Jiló”, “A Paz”, “Planetas”, e o “Trem das Onze”.
Por outro lado, dentre as diversas autoridades presentes à concorrida Solenidade de Abertura, destacamos a seguir as que fizeram pronunciamentos: (1) Presidente da ABCC/FENACAM’25, Itamar Rocha; (2) Presidente da ANCC, Origenes Monte; (3) Presidente da CamarãoBR, Cristiano Maia; (4) Diretor-Presidente da PeixeBR, Francisco Medeiros; (5) Superintendente BNB-RN, Jeová de Sá Lins; (6) Deputado Federal pelo Paraná e Presidente da Frente Parlamentar Mista da Aquicultura e Pesca, Luiz Nishimori; (7) Deputada Federal pelo RN, Natália Bonavides; (8) Deputado Estadual pelo RN, Gustavo Carvalho; (9) Deputado Estadual pelo RN, Hermano Morais; (10) Presidente da Bahia Pesca, Daniel Vitoria; (11) Secretário da SAPE/RN, Guilherme Saldanha; (12) Ministro André de Paula-MPA.
Iniciando o seu tradicional discurso de Boas Vindas, o presidente Itamar Rocha (ABCC/FENACAM’25), primeiramente agradeceu a DEUS, pela realização de mais um Evento da série FENACAM, desta feita, na sua 21ª Edição, dando as boas-vindas aos congressistas e a seleta mesa de autoridades, passou a chamar a atenção de todos, mas em especial, da cadeia produtiva de carcinicultura brasileira, que a despeito do expressivo crescimento (150%) da produção de camarão cultivado, entre 2016 (60.000 t) e 2024 (210.000 t), com projeções para atingir 230.000 t (2025), o setor continua sendo confrontado com as dificuldades de obtenção de Licenças Ambientais e, consequentemente, de financiamentos para investimentos e custeio operacional, bem como, com as incertezas e dificuldades de acessos aos principais mercados internacionais (Europa e China), associado ao fato de que, 70% do camarão cultivado do Brasil, bem sendo comercializado na forma de camarão in natura, cuja curtíssima vida de prateleira (4-6 dias), vem dificultando sua ampla interiorização no próprio país.
Leia a coluna completa na edição 224 da revista Feed&Food.

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