O Brasil recebeu novas autorizações de mercado para produtos agropecuários em Antígua e Barbuda, Chile, Argélia, China e Paraguai. As aberturas foram comunicadas pelas autoridades sanitárias e fitossanitárias dos cinco países e divulgadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). As medidas alcançam diferentes cadeias, com destaque para proteínas animais e produtos ligados à alimentação animal.
Proteínas ganham novos destinos
Antígua e Barbuda autorizou a entrada de carnes, produtos cárneos e miúdos brasileiros de aves, bovinos, suínos, caprinos e ovinos. No Chile, a autorização contempla extrato de carne de ruminantes destinado ao consumo humano.
A China ampliou o acesso para produtos da suinocultura brasileira, incluindo miúdos internos, pele e ossos. O avanço ocorre após a revisão do protocolo sanitário bilateral assinada em setembro.

Entre os produtos autorizados estão fígado, coração, rins, estômago, diafragma, pele e diferentes tipos de ossos e coprodutos suínos.
DDG chega ao mercado argelino
Na Argélia, a nova autorização permite a exportação brasileira de grãos secos de destilaria de milho, conhecidos como DDG. O coproduto é obtido durante a produção de etanol e pode ser utilizado na alimentação animal. Já o Paraguai autorizou a importação de fibra de coco brasileira destinada ao uso como substrato.
As aberturas ampliam as possibilidades de diversificação das exportações brasileiras, mas os embarques dependem do cumprimento dos requisitos específicos de certificação e habilitação estabelecidos por cada mercado.



Nenhuma discussão ainda. Seja o primeiro a comentar.