A produção de leite no Brasil vive um período de profunda modernização, impulsionado por genética, nutrição, manejo e softwares de gestão sanitária.
Ferramentas como sensores de ruminação, IA, ordenha automatizada e análise preditiva transformaram o manejo em uma verdadeira ciência de precisão, permitindo detectar precocemente distúrbios metabólicos, mastite subclínica e falhas reprodutivas.
Tecnologias antes restritas a grandes fazendas hoje estão acessíveis a diferentes sistemas produtivos, contribuindo para ganhos em produtividade, saúde do rebanho e sustentabilidade.
Leia a matéria completa na edição 225 da revista Feed&Food.

LEIA TAMBÉM
Associação cria selo para identificar excelência genética em bovinos Hereford e Braford
Doenças fúngicas podem reduzir produtividade do milho em até 50%
Brasil atrai investimentos da Noruega em tecnologia e agronegócio





