A suinocultura nacional vive um novo ciclo baseado em qualificação técnica, sanidade fortalecida e sustentabilidade. O que antes era visto como custo passou a ser diferencial competitivo.
Programas de erradicação de doenças, modernização das granjas, adoção de tecnologias e treinamento contínuo das equipes elevaram a eficiência produtiva e fortaleceram a imagem sanitária do país.
Hoje, o setor opera com processos mais estruturados, manejo de precisão e maior alinhamento com as demandas internacionais por bem-estar animal e responsabilidade ambiental.
Leia a matéria completa na edição 225 da revista Feed&Food.

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