Abre em uma nova aba
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78▼
Bezerro SPR$ 3.182,01▼
Boi GordoR$ 338,65▼
Soja PRR$ 127,64▲
Soja PortoR$ 133,87▲
MilhoR$ 63,45▼
Suíno Carc.R$ 8,60▲
Suíno PRR$ 4,66▼
Suíno SCR$ 5,00▲
Suíno SPR$ 5,27▼
Bezerro MSR$ 3.390,78▼
Bezerro SPR$ 3.182,01▼
Boi GordoR$ 338,65▼
Soja PRR$ 127,64▲
Soja PortoR$ 133,87▲
MilhoR$ 63,45▼
Suíno Carc.R$ 8,60▲
Suíno PRR$ 4,66▼
Suíno SCR$ 5,00▲
Suíno SPR$ 5,27▼

Produção de ovos cage-free avança no brasil, mas ainda enfrenta desafios estruturais

Modelo sem gaiolas ganha espaço impulsionado por consumidores e grandes empresas, enquanto produtores lidam com custos e adaptação técnica

O sistema de produção de ovos cage-free, no qual galinhas poedeiras são criadas livres de gaiolas dentro de galpões, vem ganhando força no Brasil e no mundo. Impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e por compromissos assumidos por grandes empresas do setor alimentício, o modelo é apontado como uma das principais tendências da avicultura moderna.

A proposta do sistema é simples: oferecer mais bem-estar às aves, permitindo que expressem comportamentos naturais como ciscar, empoleirar e utilizar ninhos. Essa abordagem atende a uma demanda crescente por práticas mais éticas na produção de alimentos.

Crescimento puxado pelo mercado

Nos últimos anos, redes de supermercados, restaurantes e multinacionais passaram a exigir ovos provenientes de sistemas livres de gaiolas. No Brasil, dezenas de empresas já anunciaram metas para substituir totalmente o uso de ovos convencionais até o fim da década.

Esse movimento acompanha uma tendência global. Especialistas apontam que o sistema cage-free tende a se tornar predominante nas próximas décadas, especialmente em mercados mais exigentes quanto a padrões de sustentabilidade e bem-estar animal.

Leia a matéria completa na edição 229 da revista Feed&Food

LEIA TAMBÉM

Dia Mundial do Leite destaca importância econômica e social da cadeia leiteira

Risco de falta de sal mineral pode elevar custos da pecuária em Mato Grosso

Atualizações do marco regulatório de alimentação animal: impactos para o setor

Você está em
Texto 100%