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Importação contínua de reprodutores acelera avanço genético da suinocultura brasileira

Estratégia da Topigs Norsvin mantém o Brasil alinhado às mais recentes inovações em genética suína desenvolvidas na Noruega e no Canadá.

Foto: divulgação

A busca por maior produtividade, eficiência alimentar e competitividade na suinocultura brasileira passa, cada vez mais, pelo investimento contínuo em melhoramento genético. Para manter o país conectado às mais recentes inovações desenvolvidas nos principais polos mundiais de genética suína, a Topigs Norsvin intensifica a importação de reprodutores de alto valor genético oriundos da Noruega e do Canadá.

A empresa realizou, em julho, a terceira operação de importação de reprodutores em 2026 e já prevê pelo menos mais duas remessas ao longo do ano, consolidando uma estratégia de atualização genética contínua voltada ao abastecimento das granjas brasileiras.

Segundo o diretor técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes, a manutenção desse fluxo é essencial para evitar defasagens genéticas e garantir que os produtores nacionais tenham acesso ao mesmo material utilizado nas granjas núcleo da companhia no exterior. “Precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleo na Noruega e no Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associado ao alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, asseguramos que o produtor brasileiro tenha acesso ao que existe de mais moderno em genética suína por meio das linhagens da Topigs Norsvin”, afirma.

Reprodutores vêm diretamente dos centros globais de melhoramento

Os animais importados são selecionados nas estações Delta da empresa, consideradas centros mundiais de pesquisa, inovação e avaliação genética. Localizadas na Noruega e no Canadá, essas unidades concentram o programa de melhoramento da companhia e utilizam tecnologias avançadas para identificar os indivíduos de maior mérito genético.

Entre os critérios avaliados estão exames por tomografia computadorizada, que permitem mensurar composição de carcaça e qualidade muscular, além do monitoramento individual do consumo de ração por meio de comedouros automatizados, possibilitando medir com precisão a conversão alimentar de cada animal.

Os reprodutores também passam por rigorosa avaliação genômica, ampliando a precisão na seleção de características economicamente relevantes para a produção. “Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia utilizamos um material que vem diretamente da fonte primária, eliminando qualquer defasagem genética e assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, destaca Lopes.

Marcos Lopes, diretor técnico da Topigs Norsvin: “Com esse fluxo constante de importações, associado ao alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, asseguramos que o produtor brasileiro tenha acesso ao que existe de mais moderno em genética suína por meio das linhagens da Topigs Norsvin”.

Disseminação genética fortalece a produção nacional

Após o desembarque no Brasil, os reprodutores são destinados às centrais de inseminação próprias e parceiras da empresa distribuídas em diferentes regiões do país. A partir dessas unidades, o material genético é multiplicado e chega às granjas comerciais, acelerando o ganho genético em larga escala.

De acordo com a companhia, essa estratégia contribui para ampliar a eficiência produtiva das granjas, com impactos diretos sobre indicadores como conversão alimentar, desempenho zootécnico, qualidade de carcaça e rentabilidade da atividade. “O nosso objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados consistentes no campo. Existem diferentes estratégias para disseminação genética, mas comprovamos que um fluxo robusto e contínuo de importações é o caminho mais eficiente para impulsionar a evolução genética e a rentabilidade da suinocultura”, conclui o diretor.

Atualização genética reduz defasagens tecnológicas

A importação frequente de reprodutores de alto mérito genético permite que a suinocultura brasileira acompanhe o ritmo de evolução observado nos principais centros internacionais de melhoramento. Ao utilizar os mesmos reprodutores e as mesmas bases genéticas das granjas núcleo da empresa na Europa e na América do Norte, os produtores brasileiros reduzem o intervalo entre a geração de novas tecnologias genéticas e sua aplicação comercial, fortalecendo a competitividade da cadeia produtiva nacional.

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