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Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
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Frango congelado recua em janeiro e volta a patamar de 2025

Queda nas cotações reflete demanda interna enfraquecida, apesar de exportações firmes ao longo do mês.

O mercado de frango congelado iniciou o ano em baixa, com o valor médio de negociação registrando queda em janeiro pelo terceiro mês consecutivo, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo os pesquisadores, a desvalorização levou o produto a retornar aos níveis observados durante o período de registros de gripe aviária no Brasil, em maio de 2025, quando as cotações foram pressionadas por incertezas sanitárias e retração no consumo.

A principal causa do movimento de baixa foi a menor demanda interna, típica do início de ano. O enfraquecimento das vendas no mercado doméstico, associado à redução do poder de compra da população e às despesas sazonais de janeiro, impactou diretamente os preços da proteína avícola.

Cortes de frango registraram queda de preços em janeiro, refletindo demanda interna mais fraca e ajustes no mercado doméstico. Crédito: Reprodução

Apesar da retração no consumo interno, as exportações de carne de frango mantiveram desempenho firme ao longo do mês, o que evitou quedas mais intensas nas cotações. Ainda assim, o cenário de mercado doméstico enfraquecido predominou na formação dos preços.

De acordo com o Cepea, a desvalorização foi observada em praticamente todos os produtos avícolas acompanhados pela instituição, indicando um movimento generalizado no setor.

Na Grande São Paulo, o frango inteiro congelado apresentou média de R$ 7,36 por quilo em janeiro, queda de 4,5% em relação a dezembro. O valor retorna aos patamares registrados em junho de 2025, quando o produto foi negociado a R$ 7,47 por quilo.

Pesquisadores destacam que janeiro costuma registrar retração no consumo doméstico de proteínas, fator que, somado ao equilíbrio entre oferta e demanda, contribui para a pressão sobre as cotações no período.

Fonte: Cepea, adaptado pela equipe Feed&Food.

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