Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
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Demanda aquecida leva carne de frango a R$ 7,74/kg em São Paulo

Consumo mais firme impulsiona cotações e aumenta procura da indústria por novos lotes.

O mercado de carne de frango iniciou setembro em valorização, sustentado pelo aumento do consumo após o recebimento de salários e pelo movimento de compras relacionado ao feriado de 7 de Setembro. Segundo o Cepea, a maior procura pela proteína elevou os preços em diferentes regiões produtoras.

Em São Paulo, os indicadores CEPEA/ESALQ mostram avanço tanto do frango congelado quanto do resfriado. No dia 10 de setembro, ambos chegaram a R$ 7,74/kg.

Preços acumulam altas superiores a 5%

O frango congelado avançou 0,65% no dia 10 e acumulava valorização de 5,74% no mês. No início de setembro, o produto havia sido negociado a R$ 7,52/kg no dia 3 e alcançou R$ 7,61/kg no dia 4, mantendo trajetória predominantemente positiva nos pregões seguintes.

Preço do frango congelado em São Paulo chegou a R$ 7,74/kg em 10 de setembro, com alta acumulada de 5,74% no mês. Crédito: Reprodução.

O movimento foi ainda mais intenso para o frango resfriado. A cotação também subiu 0,65% no dia 10, para R$ 7,74/kg, e acumulava alta de 6,17% em setembro. Os indicadores representam preços médios da carne negociada no atacado em regiões paulistas acompanhadas pelo Cepea.

Indústria amplia procura por animais

A melhora das vendas na ponta final da cadeia também repercutiu no mercado do frango vivo. Segundo pesquisadores do Cepea, a maior demanda pela carne levou frigoríficos a intensificarem a procura por novos lotes de animais.

Preço do frango resfriado em São Paulo chegou a R$ 7,74/kg em 10 de setembro, com alta acumulada de 6,17% no mês. Crédito: Reprodução.

Esse movimento deu sustentação às cotações do frango vivo no estado de São Paulo, conectando a recuperação observada no atacado à demanda da indústria por matéria-prima.

O comportamento nas próximas semanas dependerá da continuidade do consumo doméstico e do equilíbrio entre a disponibilidade de aves para abate e a necessidade de recomposição dos estoques pela indústria.

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