Abre em uma nova aba
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=

Crédito rural soma R$ 107,1 bilhões no início da safra 2026/27

CPRs concentram 46,9% dos recursos contratados entre julho e setembro, enquanto custeio convencional alcança R$ 36,4 bilhões.

A agricultura empresarial brasileira contratou R$ 107,1 bilhões em crédito rural nos três primeiros meses da safra 2026/27, entre julho e setembro de 2026. Segundo boletim do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o montante inclui operações convencionais e recursos captados por Cédulas de Produto Rural (CPR), sem considerar o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Os dados, compilados a partir do Banco Central e de registradoras de CPR, são provisórios e mostram a predominância de instrumentos voltados ao financiamento da produção no início do ciclo agrícola.

CPRs e custeio concentram recursos

As CPRs movimentaram R$ 50,3 bilhões, equivalentes a 46,9% do total. Esse instrumento permite antecipar recursos vinculados à produção agropecuária. O custeio convencional respondeu por outros R$ 36,4 bilhões, ou 34%. Juntas, as duas modalidades somaram R$ 86,7 bilhões.

Dentro do custeio convencional, R$ 20 bilhões foram contratados pelos demais produtores empresariais, enquanto R$ 16,5 bilhões corresponderam ao Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

Crédito rural empresarial alcançou R$ 107,1 bilhões nos três primeiros meses da safra 2026/27, com destaque para as operações de custeio e as Cédulas de Produto Rural (CPRs). Crédito: Reprodução

Investimentos e distribuição regional

Os investimentos atingiram R$ 7,4 bilhões, destinados a finalidades como máquinas, equipamentos e infraestrutura. Entre os programas específicos, o Pronamp Investimento registrou R$ 1,02 bilhão, e o RenovAgro, R$ 845 milhões. Já as operações de comercialização somaram R$ 8 bilhões, e as de industrialização, R$ 5 bilhões.

Na distribuição regional das operações convencionais, sem incluir CPRs, o Sul liderou com R$ 18,6 bilhões, seguido pelo Sudeste (R$ 17,8 bilhões) e Centro-Oeste (R$ 12,7 bilhões). Este último registrou o maior valor médio por contrato, de R$ 1,07 milhão.

Recursos equalizáveis alcançam R$ 20,4 bilhões

Entre as fontes controladas, os recursos obrigatórios somaram R$ 13,5 bilhões, e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) controladas, R$ 12,4 bilhões. Nas fontes não controladas, excluídas as CPRs, a LCA livre respondeu por R$ 12,2 bilhões.

Nas linhas com equalização de juros pelo Tesouro Nacional, foram concedidos R$ 20,4 bilhões de uma programação de R$ 97,6 bilhões para a safra inteira. O levantamento ressalta que o volume contratado nos primeiros meses não indica, isoladamente, o desempenho final do ciclo.

Você está em
Texto 100%