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Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
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MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=

Boi gordo sobe 5,8% em setembro e fecha a R$ 364,30 por arroba

Oferta restrita de animais sustentou a valorização ao longo do mês.

O Indicador do Boi Gordo CEPEA/ESALQ encerrou setembro de 2026 em R$ 364,30 por arroba, acumulando valorização de 5,78% no mês. Na média a prazo do estado de São Paulo, a cotação chegou a R$ 368,36, com avanço de 5,80%.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), setembro foi marcado por altas ao longo da cadeia pecuária após a volatilidade observada em agosto.

Oferta menor sustenta preços

A valorização foi favorecida pela menor disponibilidade de animais prontos para abate durante a entressafra, inclusive de lotes provenientes dos confinamentos.

O Cepea também aponta melhora no ritmo das exportações em relação a agosto como fator de sustentação das cotações ao longo de setembro.

Indicador do Boi Gordo CEPEA/ESALQ encerrou setembro em R$ 364,30 por arroba, com valorização acumulada de 5,78% no mês. Crédito: Reprodução/Cepea

Entre 24 e 30 de setembro, o indicador passou de R$ 358,20 para R$ 364,30 por arroba, mantendo uma sequência de altas nos últimos dias do mês.

Margens seguem disputadas

Apesar da valorização, a pressão sobre as margens permanece em diferentes etapas da cadeia. A reposição continua em patamares elevados, aumentando os custos para recriadores e terminadores.

Do lado dos frigoríficos, a alta da carcaça ocorreu em ritmo inferior ao avanço do boi gordo, reduzindo o espaço para absorção dos custos da matéria-prima.

Média a prazo do boi gordo em São Paulo fechou setembro em R$ 368,36 por arroba, com alta mensal de 5,80%.
Crédito: Reprodução/Cepea

O mercado também inicia outubro com atenção redobrada à China. O país atingiu em 29 de setembro a cota anual estabelecida para a carne bovina brasileira, e os volumes excedentes passam a enfrentar tarifa adicional de 55%.

Com isso, oferta de animais, capacidade de repasse da indústria e comportamento das exportações devem continuar determinando o ritmo das cotações nas próximas semanas.

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