Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
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ADM incorpora à linha Tech Sal tecnologias para ampliar o aproveitamento das pastagens e apoiar a eficiência da pecuária brasileira

Soluções combinam minerais quelatados, prebióticos, fontes de nitrogênio e óleos essenciais para melhorar a utilização da fibra do pasto e contribuir para sistemas produtivos mais eficientes.

Este conteúdo é oferecido por: ADM

A pecuária brasileira tem nas pastagens a base de seu sistema de produção. Segundo a Embrapa, o Brasil possui cerca de 160 milhões de hectares de pastagens, que alimentam mais de 200 milhões de animais e representam um dos principais diferenciais competitivos da produção nacional. Quase 90% da produção brasileira de bovinos é realizada em sistemas a pasto, reforçando a importância de tecnologias capazes de aumentar a eficiência no aproveitamento desse recurso natural e ampliar a produção de proteína animal sem a necessidade de expandir áreas produtivas.

Nesse contexto, a ADM relança a linha Tech Sal, que completa 20 anos de tradição no mercado brasileiro e foi reformulada para atender aos desafios atuais da pecuária brasileira, incorporando tecnologias nutricionais que atuam de forma complementar no ambiente ruminal e favorecem a melhor absorção dos nutrientes presentes no capim. A nova geração de suplementos busca apoiar sistemas de produção mais eficientes e com menor impacto ambiental, reunindo tecnologias voltadas à digestibilidade das pastagens, à eficiência nutricional dos animais e ao uso mais racional dos recursos disponíveis nas propriedades rurais.

Os produtos da linha passam a incorporar ingredientes desenvolvidos pela ADM e soluções nutricionais que atuam sobre a utilização da fibra presente nas forragens, incluindo novas fontes de nitrogênio, que favorecem o aproveitamento do capim sem causar desconforto ruminal. Entre as tecnologias estão os minerais quelatados, que aumentam a disponibilidade dos nutrientes para os animais e podem contribuir para reduzir a excreção de microminerais no ambiente, e os prebióticos à base de bacilos, utilizados para facilitar a digestibilidade da fibra das pastagens. A formulação também contempla óleos essenciais fitogênicos, alternativa aos ionóforos em mercados nos quais o uso desses aditivos é restrito, como a União Europeia.

Evidências científicas indicam o potencial do uso de microrganismos para otimizar o aproveitamento dos nutrientes presentes nas forragens. Em estudo publicado na revista Translational Animal Science, pesquisadores da University of Queensland observaram melhora na digestibilidade de nutrientes com a utilização de um probiótico à base de Bacillus spp. O trabalho também apontou possíveis contribuições relacionadas à inibição direta e indireta de patógenos e a efeitos imunoestimulantes.

“O maior potencial da pecuária brasileira está justamente na capacidade de transformar pasto em proteína de forma eficiente. Quando aumentamos o aproveitamento da fibra das forragens, podemos produzir mais utilizando o principal recurso disponível na propriedade, reduzindo a necessidade de outros ingredientes e elevando a eficiência do sistema produtivo como um todo”, afirma Cartland Cunico, gerente de Produtos para Ruminantes de Corte da ADM no Brasil.

Cartland Cunico, gerente de Produtos para Ruminantes de Corte da ADM no Brasil.

Além dos efeitos sobre o desempenho e o bem-estar dos animais, o maior aproveitamento das pastagens contribui para otimizar o uso dos recursos naturais e fortalecer sistemas produtivos baseados em forragem. Em um cenário de oscilações nos preços internacionais de grãos e insumos, a produção a pasto também pode reduzir a dependência de ingredientes concentrados e ampliar a previsibilidade dos custos de produção.

A evolução do portfólio reflete a estratégia da ADM de ampliar sua oferta de soluções inovadoras para a pecuária desde a incorporação da Socil, em 2018. Referência em nutrição mineral no Brasil, a Socil somou seus 85 anos de tradição à capacidade de inovação global da ADM, resultando em soluções cada vez mais robustas, eficazes e alinhadas às necessidades do produtor no campo, considerando as particularidades da pecuária em um país de dimensões continentais e grande diversidade geográfica.

“Nosso objetivo sempre foi desenvolver soluções que permitam ao produtor extrair mais valor das pastagens, melhorando a digestibilidade da fibra e a eficiência de utilização dos nutrientes. Isso pode representar ganhos produtivos por meio do uso dos recursos disponíveis na fazenda. Cada tecnologia foi incorporada para responder a desafios enfrentados pelos pecuaristas brasileiros”, explica Cunico.

Resultado no campo

O produtor Jadson Alves dos Santos, da dupla sertaneja Jads e Jadson, possui propriedades no Centro-Oeste, em Rochedo e Camapuã, no Mato Grosso do Sul, e em Itiquira no Mato Grosso, onde se dedica à cria de gado de corte. Ele sentiu diferença significativa ao utilizar aditivos adensados quando há três anos incluiu os produtos Tech Sal Recria Max e Tech Sal Cria Max na estratégia nutricional, com o objetivo de suplementar minerais essenciais para o ganho adequado de peso, inclusive no período de desmame dos bezerros e nos períodos mais secos.

“Hoje já é consagrado que precisamos mineralizar o gado. O que mudou um pouco foi a adição dos aditivos, probióticos e promotores de crescimento, sendo que a chave é usar o ano todo. Percebo que o benefício não é só no estado corporal das vacas, mas também nos animais que desmamam. Quando passei a utilizar aditivos na cria, sentimos uma diferença de ganho de 20 a 30 kg nos bezerros que lambem um mineral com aditivos”, conta.

Em Porto Walter, no interior do Acre, o produtor Francisco Daniel de Souza buscava melhorar o desempenho dos animais diante das altas temperaturas da região. Em 2025, a equipe da propriedade introduziu na dieta o Tech Sal Turbo XP, suplemento peletizado pronto para uso, formulado com óleos essenciais e minerais quelatados para bovinos de corte.

“Foi um diferencial para a fazenda. Conseguimos trabalhar com o sistema de subconfinamento e, mesmo com um consumo aproximado de 800 gramas do produto por animal, alcançamos ganho médio diário de até 1,4 quilo”, relata o produtor.

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