Abre em uma nova aba
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=

Newcastle em SC não altera segurança de carne de aves e ovos inspecionados

Presidente do Nucleovet esclarece dúvidas sobre o consumo, enquanto autoridades intensificam o controle de três focos no Oeste catarinense.

A confirmação de três focos da doença de Newcastle no Oeste de Santa Catarina não altera a segurança do consumo de carne de frango, peru e ovos provenientes de estabelecimentos submetidos à inspeção oficial. O esclarecimento é da médica-veterinária Aletéia Britto da Silveira Balestrin, presidente do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), e está alinhado às orientações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

O primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, em uma criação comercial de perus em Nova Itaberaba (SC). Posteriormente, outros dois foram identificados em Coronel Freitas (SC) e Nova Erechim (SC), municípios que já integravam a área de emergência sanitária estabelecida pelas autoridades.

Para Aletéia, é necessário distinguir os riscos sanitários enfrentados pelas criações da segurança dos produtos comercializados. “A doença de Newcastle é uma questão de saúde e sanidade das aves, não um problema relacionado ao consumo dos alimentos”, afirma.

Doença afeta plantéis, mas não é transmitida por alimentos

A doença de Newcastle é uma enfermidade viral altamente contagiosa entre aves domésticas e silvestres. Nos plantéis, pode provocar alterações respiratórias, digestivas e neurológicas, além de mortalidade e perdas produtivas.

Carne de frango e ovos provenientes de estabelecimentos sob inspeção oficial permanecem seguros para consumo, mesmo diante dos focos da doença de Newcastle registrados em Santa Catarina. Crédito: Reprodução.

Segundo a Cidasc, o risco de infecção humana é baixo e está relacionado principalmente ao contato direto com aves contaminadas, podendo causar conjuntivite. A entidade esclarece que a doença não é transmitida pelo consumo de alimentos. O Mapa também afirma que os produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanecem seguros.

Aletéia orienta os consumidores a verificarem a procedência dos alimentos e a presença de selos oficiais de inspeção sanitária, sejam eles municipais, estaduais ou federais.

Vigilância é intensificada no Oeste catarinense

Após a primeira confirmação, o Mapa declarou emergência zoossanitária por 60 dias em Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim. A medida permite intensificar a vigilância epidemiológica, controlar a movimentação de aves e executar procedimentos de contenção.

Conforme atualização da Cidasc com dados até 28 de outubro, a propriedade de Nova Itaberaba concluiu as etapas de despovoamento, limpeza e desinfecção e entrou em vazio sanitário. Em Coronel Freitas, a eliminação sanitária das aves foi concluída, enquanto a limpeza avançava. Já em Nova Erechim, as equipes iniciaram os procedimentos no terceiro foco.

A operação mobilizou 124 profissionais e 51 equipes de campo, com vistorias em propriedades rurais e estabelecimentos comerciais. A Cidasc orienta os criadores a reforçarem a biosseguridade e comunicarem imediatamente qualquer suspeita da doença ao serviço veterinário oficial.

Você está em
Texto 100%