A ABRAVES-PR divulgou uma nota oficial na qual se posiciona contrária à proposta de recolhimento de carcaças suínas por empresas terceirizadas.
Em um parecer técnico, fundamentado na legislação vigente, em evidências epidemiológicas, análises econômicas e dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a entidade avalia os riscos decorrentes do transporte de carcaça de suínos mortos por empresas terceiras, sem supervisão técnica adequada de biossegurança, especialmente em regiões de alta densidade, como Toledo e no Oeste do Paraná.
De acordo com a nota, “embora a iniciativa proponha organizar o sistema, é fundamental considerar os riscos sanitários envolvidos, especialmente no que diz respeito à biosseguridade das granjas”.

Ainda segundo a nota, a movimentação externa e o manejo inadequado de carcaças podem favorecer a circulação de agentes patogênicos, comprometendo a sanidade dos plantéis e a sustentabilidade da produção, com potencial de gerar perdas econômicas da ordem de US$ 1,3 a 5,5 bilhões em caso de surto, podendo chegar a US$10 bilhões em cenários mais graves.
A biosseguridade, de acordo com a nota oficial da ABRAVES-PR, é um dos pilares da suinocultura moderna e depende do controle rigoroso de fluxos e da prevenção de contaminações cruzadas.
Acesse o documento completo, divulgado pela ABRAVES-PR:
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