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Primeiro dia do SBSS debate novas tecnologias na suinocultura

Zootecnista Gustavo Freire Resende Lima abordou inovações da ambiência

A produção suinícola brasileira é reconhecida mundialmente. Para manter a pujança no setor, é preciso estar atento ao que mercado oferece de novo. No painel Tendência de Futuro, realizado na terça-feira (10), 13º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), debateu a implentação de tecnologias no setor.

O tema foi abordado pelo zootecnista, Gustavo Freire Resende Lima, que focou sua palestra nas inovações na área de ambiência para a suinocultura. O profissional abordou a pulverização do mercado brasileiro, que conta com grandes empresas, porém tem Unidades Produtoras de Leitão (UPL) pequenas.  

Gargalo da suinocultura

Gustavo salientou que a suinocultura tem, hoje, a mão de obra como um grande gargalo e que a tecnologia pode ser decisiva para solucionar esse obstáculo. Nesse quesito, investimentos em climatização são imprescindíveis para otimizar os custos da produção de suínos.

“O custo operacional dos galpões é elevado. Uma saída para a otimização dos projetos é o investimento em isolamento, que hoje é mínimo.  Conviver com exaustores ligados o dia todo em uma UPL ou numa creche é muito desconfortável e o custo é altíssimo. Qualquer investimento que a gente faça que nos impeça de gastar em custo variável é bem-vindo”, ponderou.

Robotização dos galpões

O zootecnista ressaltou que os produtores devem estar atentos para a biologia do crescimento, conceitos de produção e para detalhes técnicos a serem pensados num projeto de climatização, como o volume do vento e a velocidade do ar.

“Nossa suinocultura se organiza de forma bem produtiva e está cada vez mais tecnificada. Para um futuro de médio e longo prazo há oportunidades de ganho em controle de ambiente e também em redução de custos operacionais em granjas climatizadas”, finalizou o zootecnista.

Fonte: A.I., adaptado pela equipe feed&food.

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