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Peste suína aquece mercado frigorífico brasileiro

Com atual trajetória, setor teve um acréscimo de R$ 77 bilhões

foto: reprodução
Com atual trajetória, setor teve um acréscimo de R$ 77 bilhões

Com o surto de epidemia da peste suína africana na China, o mercado de ações frigoríficas brasileiras continuam sendo impulsionadas, com os investidores reforçando a aposta na valorização das principais empresas de carnes, como JBS, BRF, Marfrig e Minerva. Grupo até então, teve uma ascendente movimentação na bolsa.

Nesse período, os frigoríficos estão entre as maiores valorizações do Ibovespa, com a JBS em destaque, com aumento de 183%, seguindo pela Marfrig, com 101%, na quarta posição e a BRF, com uma valorização de quase 75%, na sétima posição da lista.

A Minerva, que não faz parte do Ibovespa, também foi beneficiada pelas perspectivas positivas para a China – o país asiático habilitou dois abatedouros da empresa para exportação em setembro e só 2019, as ações da empresa subiram 96%.

Em valor de mercado, a trajetória ascendente dos frigoríficos significou um acréscimo de R$ 77 bilhões. Juntas, as quatro companhias somam o valor de R$ 131 bilhões.

 “Os dados do rebanho da China continuam mostrando uma deterioração. Não parece que chegamos no pior”, disse o analista Leandro Fontanesi, do Bradesco BBI. Conforme dados do Ministério da Agricultura da China, o plantel suíno caiu 38,7% em agosto na comparação anual. Trata-se de uma taxa maior do que a registrada no mês anterior- de 32,2%.

Com a redução na oferta, os preços das carnes passam a subir no mercado internacional, o que alimenta o otimismo dos investidores. Conforme dados preliminares da Secretaria de Comércio Exterior, o preço médio da carne suína exportada pelo Brasil aumentou 30% em setembro, comparado ao mesmo mês do ano passado. No caso as carnes bovina e de frango, as altas foram de 7,5% e 7%, respectivamente.

Fonte: Valor Econômico, adaptado pela equipe feed&food.

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