Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Publicidade

Brasil sugere proposta para expansão do acordo Mercosul-Índia

País mais populoso do mundo oferece oportunidades para a indústria e o agronegócio brasileiro

FOTO: REPRODUÇÃO
FOTO: REPRODUÇÃO

O governo brasileiro deve levar aos países do Mercosul a proposta de realização de um estudo de viabilidade para expansão do acordo Mercosul-Índia, celebrado em 2004. Na próxima semana, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançará uma consulta pública para obter contribuições sobre essa expansão junto ao setor produtivo brasileiro, academia e sociedade civil.

A possibilidade de ampliação do acordo foi debatida entre os representantes do governo brasileiro e indiano na última quarta-feira (04), durante a 6ª Reunião do Mecanismo de Monitoramento do Comércio Bilateral entre os dois países, no MDIC.

“Estamos buscando a diversificação de parcerias comerciais, trabalhando em frentes que permitam a nossos produtos acesso a novos e promissores mercados”, explicou a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

A Índia é o país mais populoso do mundo, com uma economia que cresce significativamente, oferecendo oportunidades para mais segmentos da indústria e do agronegócio brasileiro. Um mercado em potencial e possível para investimentos relevantes no Mercosul. Porém, em 2022, a corrente comercial entre o Mercosul e a Índia somou apenas 23,2 bilhões de dólares, representando 2,7% do comércio do bloco com o mundo.

O fluxo comercial bilateral, entre o Brasil e a Índia, foi de 15,2 bilhões de dólares no ano passado, e mesmo que tenha sido o recorde de valor, a Índia representa apenas 2% das exportações e 3,3% das importações ao Brasil, mostrando o comércio que ainda existe muito para expandir.

“Não faz sentido que seja tão incipiente. E menos ainda que 80% das nossas exportações estejam concentradas em três produtos (óleo de soja, petróleo e outro)”, destaca a secretária.

De acordo com Tatiana, o comércio bilateral de bens tem potencial para, pelo menos, dobrar até 2030, com a diversificação de produtos. Segundo a meta, os dois lados irão trabalhar para que o fluxo de bens e serviços possa atingir 50 bilhões de dólares em um futuro próximo.

Fonte: MDIC, adaptado pela equipe FeedFood.

LEIA TAMBÉM:

PIB do agro tem avanço acumulado de 0,5% em 2023

Ações brasileiras são destaque nas Conferências da FAO

Uso de tanino reduz emissão de GEE em 17% na pecuária

Você está em
Texto 100%