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Brasil potencializa venda de sêmen bovino

Segundo a Asbia, ação demonstrou crescimento de 30% de janeiro a setembro

Segundo a Asbia, ação demonstrou crescimento de 30% de janeiro a setembro

Em meio à produção de animais e produtos de excelência, a comercialização de sêmen bovino é uma frente muito importante do mercado bovino. Dada a informação, a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) noticiou na última quarta-feira (11) que as vendas deste setor cresceram 30% no Brasil de janeiro a setembro (ante o mesmo período de 2019), somando 16,7 milhões de doses.

De acordo com a Asbia, ao todo a produção no País cresceu 32%, saltando para 9,832 milhões de doses. Segundo o presidente da Associação, Márcio Nery, em 2020 espera-se que as vendas, no total, se aproximem de 25 milhões de doses.

A Associação também pontua que, em relação à genética de raças de corte, foram coletadas 8,059 milhões de doses nos primeiros nove meses deste ano, ante 6,129 milhões de janeiro a setembro de 2019. No caso das raças de leite, o aumento foi de 1,329 milhão para 1,774 milhão de doses na comparação.

“O desempenho se deve a três fatores: o primeiro é o baixo custo da tecnologia em relação ao custo total de uma fazenda de corte ou de leite, ficando em cerca de 1% ou 2%. O produtor também percebeu que, dos insumos que ele coloca dentro da fazenda, a genética é o único permanente, que vai atuar sobre todas as gerações. E o terceiro ponto é que o melhoramento genético não atua só na ponta do aumento da produção, ele também atua na redução de custos, quando dá mais longevidade a vaca, reduz problemas, proporciona menos uso de medicamentos e aumenta a precocidade do rebanho”, explicou o presidente.

 Fonte: Asbia, adaptado pela equipe feed&food. 

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