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“Temos importância para a economia do País”, afirma Arno Schneider

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Gabriela Couto, da redação 

gcouto@ciasullieditores.com.br 

O agrônomo é um dos profissionais mais importantes para a economia do País, afinal, ele é o responsável pela comida fresca e saudável no prato de milhares de brasileiros todos os dias. E, a profissão é tão necessária que merece ser celebrada, e hoje, 13 de setembro, é comemorado o Dia Mundial do Agrônomo.  

A data aqui no Brasil pode gerar uma confusão, porque é celebrada duas vezes, uma em setembro e outra em outubro. No dia 12 de outubro, os brasileiros comemoram a data por conta de um decreto publicado em 1933, que regulamentou a profissão no País. Já no dia 13 de setembro, a data é celebrada oficialmente no mundo todo e foi criada para relembrar a importância de todos os profissionais envolvidos na produção no campo, que trabalham todos os dias para levar o melhor para as pessoas.  

Uma das principais funções do agrônomo é otimizar a logística que envolve a produção de alimentos no campo. Além disso, o engenheiro agrônomo é responsável pelo manejo do solo, pesquisas para criação sustentável de gado, inspeção sanitária e controle de qualidade e a comercialização de produtos.  

A profissão evoluiu com o passar dos anos, conforme a economia brasileira foi se fortalecendo, e atualmente, o setor conta com grandes avanços tecnológicos, que servem para otimizar o trabalho e ampliar a cadeia de produção. Além do campo, o profissional agrônomo pode se especializar em logística e estruturas tecnológicas, ampliando ainda mais os horizontes de trabalho e contribuindo com o desenvolvimento do País.  

O engenheiro agrônomo Arno Schneider, de 80 anos, dedicou mais de metade da sua vida à agronomia, setor que trabalha há 56 anos e pretende não parar tão cedo, ele afirma que não vai se aposentar e vai seguir atuando enquanto tiver forças para chegar até sua fazenda, no Mato Grosso. “E quando eu não conseguir dirigir, vou contratar um motorista para me levar até lá e depois, se precisar, eu vou de arrasto até a fazenda. É o que me faz bem, é o que me dá prazer”, comenta.  

Para Arno a profissão, apesar da extrema importância, é como qualquer outra e exige muita dedicação e preparo. “Nós lidamos com produção de alimentos, de fibras e de qualquer coisa vegetal que cresça e seja vantajoso para os humanos. O médico cuida das doenças das pessoas, o psicólogo da mente e nós tentamos ser competentes e eficientes dentro da nossa profissão. Temos a nossa importância para a economia do País e na alimentação dos brasileiros”, afirma.  

Arno é um dos pioneiros no sistema silvipastoril, uma opção tecnológica de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), com a combinação de árvores, pastagens e gado. Em breve, uma outra matéria abordará o sistema implantado por Schneider. Fiquem atentos. 

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