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Seta reforça DNA inovador no mercado de proteína animal

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Wellington Torres, da redação  

wellington@ciasullieditores.com.br 

Muito se fala sobre inovação como componente intrínseco do DNA de grandes empresas, mas, na prática isso é realmente verdade? A Seta, ao longo dos mais de 80 anos de sua trajetória, tem como objetivo mostrar que sim. 

Fundada em 1941, no sul do Brasil, especificamente na cidade de Estância Velha (RS), a empresa surgiu da colaboração entre empresários produtores de couros e calçados para atender a demanda por taninos, no Vale do Rio dos Sinos. Desde então, ela tem demonstrado resiliência e alta competitividade em diferentes mercados, sendo o mais recente deles o de proteína animal.  

“A Seta sempre foi incansável na busca por soluções naturais desde a sua fundação, por isso, tem como propósito potencializar a versatilidade dos recursos renováveis da natureza, entregando produtos de valor, que maximizem os resultados e, ao mesmo tempo, sejam sustentáveis”, conta a diretora da empresa, Carmen Adriane Weiss.

Como exemplo dessa versatilidade, como destaca Carmen, a empresa – reconhecida como a primeira indústria de extração de taninos de Acácia-Negra das Américas – atua no mercado global de celulose e energia, com cavacos de madeira; no tratamento de água potável e efluentes, com coagulantes de origem natural; no mercado mundial curtidor com taninos vegetais; no mercado de produção de bebidas, com aditivos clarificantes e antioxidantes; na produção de adesivos naturais para painéis aglomerados, de fibra de média densidade (MDF) e compensados, além de atender a indústria com aditivos antioxidantes para o tratamento de superfícies metálicas, dentre inúmeras outras aplicações. 

“Dispomos de facilidade logística e agilidade de entrega, já que nossa produção é 100% nacional”, diz Carmen Adriane Weiss (Foto: divulgação)

“Sempre acreditamos que através do investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento podemos explorar a versatilidade dos taninos e encontrar novas aplicações. Foi através da pesquisa que descobrimos inúmeras possibilidade de contribuir para a melhora dos índices zootécnicos, expandindo, então, o uso dos nossos produtos para o segmento de nutrição animal”, explica a Diretora.  

Para ela, a entrada ao setor, “frente ao grande avanço tecnológico e produtivo do agronegócio brasileiro, representa grande responsabilidade”, alicerçada pelo sentimento de satisfação: “Saber que podemos contribuir de maneira significativa para a produção de alimentos, através de aditivos naturais, reitera a importância da inserção neste segmento e a sua evolução por sistemas produtivos sustentáveis”.  

“Os polifenóis oferecem múltiplos benefícios, tanto no que diz respeito a melhoria e manutenção da saúde animal, quantos aos índices produtivos, agindo como um potente antioxidante celular, além de possuir ação anti-inflamatória e antimicrobiana”, ressalta a profissional.  

De olho na produção animal  

Atenta à competitividade da produção animal nacional, a Seta lança ao mercado o NutreSet.  O produto, “é o único aditivo natural à base de Acácia-Negra que possui registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) na classificação ‘Aditivos Zootécnicos”, como salienta diretora da empresa. 

A ferramenta, segundo a profissional, resulta da preconização do contínuo investimento em pesquisa e desenvolvimento através de parcerias com universidade e centros de pesquisa: “Acreditamos que a ciência é um importante caminho para nos levar a excelência. Então, oferecer ao mercado tecnologias cientificamente comprovadas é um compromisso assumido pela empresa”. 

De ponta a ponta do setor, o NutreSet pode ser utilizado em todas as cadeias de produção de proteína animal que, ao visar a maximização dos índices zootécnicos, atua em pontos-chave, como controle bacteriano, melhora das funções gastrointestinais, maior produtividade, conversão alimentar e melhora na qualidade do alimento.  

“A resposta dos animais ao uso dele depende, fundamentalmente, das dosagens específicas para cada espécie. Trabalhando com dosagens adequadas, pode-se observar, de maneira muito clara, a melhora destes índices em todas as espécies e sistemas de produção testados”, destaca Carmen.  

Gestão para além de um modelo de trabalho convencional  

Em pleno 2023, do produtor ao consumidor de proteína animal, sustentabilidade é pauta que – com razão – ganha cada vez mais destaque. Alinhada a este valor, a empresa desenvolveu um processo de extração de polifenóis que permite melhor aproveitamento da matéria-prima, preservando ao máximo a integridade do extrato.  

Segundo a diretora da empresa, esse tipo de iniciativa ocorre, de forma natural, graças aos processos de gestão da Seta. “Somos uma empresa brasileira especializada na produção de extratos vegetais e dispomos de facilidade logística e agilidade de entrega, já que nossa produção é 100% nacional. Além disso, nosso ciclo de negócios atravessa gerações, nos diferenciamos no cultivo de nossa matéria-prima com um plano de incentivo – que beneficia milhares de produtores rurais na região Sul do Brasil, gerando emprego e renda no campo”, frisa.  

A Seta, ainda de acordo com ela, tem como compromisso viabilizar negócios sustentáveis que contribuam ao meio ambiente e às pessoas, com sustentabilidade econômica, social e ambiental como os principais pilares de todos os negócios desenvolvidos ou em desenvolvimento. Vale ressaltar que a empresa também é carbono positivo. “Em cada tonelada produzida, absorvemos 4,3 tCO2 equivalente da atmosfera”, afirma.  

Estrutura e operações visam entregar produtos de valor que maximizem os resultados e, ao mesmo tempo, sejam sustentáveis (Foto: divulgação)

Tais medidas, assim como a robusta presença feminina em cargos de decisão, leva a empresa a novos patamares desde o seu surgimento. Atualmente, conta com negócios nos cinco continentes, o que também deve abraçar os produtores de proteína animal.  

“Considerando que o mercado global demanda cada vez mais por produtos naturais, de fontes renováveis e que sejam sustentáveis, é natural que a Seta ofereça soluções em nutrição animal ao mercado global. Trabalhamos para levar esta nova tecnologia além-fronteiras, aproveitando toda a experiência e conexões”, comemora Carmen.  

Para 2023, a empresa se compromete a evoluir e inovar cada vez mais para atender aos desafios da indústria, “oferecendo soluções naturais e sustentáveis que contribuam com a eficiência da cadeia produtiva. “Seguiremos também investindo em novas tecnologias para o desenvolvimento de soluções naturais nutricionais aos animais, personalizando produtos que atendam as especificidades de cada espécie e segmento”, finaliza.