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Primeiro dia do Fish Congress analisa setor

Evento teve início com a presença de mais de 1.000 inscritos

Evento teve início com a presença de mais de 1.000 inscritos

 A primeira edição do International Fish Congress & Fish Expo Brasil teve início na terça-feira, 17 de setembro, com a presença de mais de 1.000 inscritos. Evento também contou com a participação do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Jr, e do Secretário da Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Jr, que representou a ministra Tereza Cristina.

Durante a participação, o governador Carlos Massa, anunciou o lançamento de uma Portaria que visa liberar a licença ambiental para lâminas d’água de até 15 hectares e também enalteceu o papel das cooperativas do Estado na profissionalização da aquicultura.

“Das 10 maiores cooperativas da América Latina, seis estão no Paraná. Temos ainda 200 micro e pequenas cooperativas, e nos transformamos no maior produtor de alimentos por metro quadrado do mundo”, enfatizou, explicando a importância do evento, que de acordo com ele, representa uma oportunidade de aprender sobre o que acontece no mundo e que pode ser incluído na produção local de pescado.

Já o Secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Jr, levantou a insegurança jurídica no Brasil, muito acentuada contra produtores e empresas. De acordo com o secretário, o País tem muitos desafios regulatórios, principalmente com relação ao meio-ambiente.

Para o presidente do International Fish Congress, Altemir Gregolin, a importância do evento, ao reunir todos os elos da cadeia produtiva, é necessária para a consolidação. “O Brasil não é mais o país do potencial, mas vem decolando para tornar-se um grande player mundial do pescado. Na tilápia, já somos o quarto maior produtor mundial”, destacou.

No entanto, o mesmo afirma que é evidente a necessidade de melhorias. O setor primário, necessita de maior eficiência e produtividade. Como melhoramento genético das espécies e melhor nutrição. A indústria também tem desafios, da tilápia, só se aproveita 30%, exemplificou. “Precisamos de melhores cortes, outras alternativas de subprodutos além do filé para melhorar rentabilidade do produtor e baratear custo da proteína ao consumidor”.

Ao comparar com a produção de frango Gregolin salienta a verticalização do setor. “As cooperativas do Paraná vem seguindo esse exemplo e contribuindo para o crescimento da piscicultura nacional”.

 Fonte: A.I, adaptado pela equipe feed&food.

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