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PhageLab inova ao oferecer soluções contrárias a antibióticos  

Empresa chilena aposta em tratamentos baseados em fagos que controlam e erradicam bactérias 
feedfood

Wellington Torres, de Florianópolis (SC) 

Wellington@ciasullieditores.com.br 

Atenta ao movimento do mercado na busca por soluções que reduzam a necessidade de antibióticos, PhageLab desenvolve tratamentos baseados em fagos que controlam e erradicam bactérias nos setores de avicultura, bovinocultura e suinocultura.  

“Para cada bactéria, existe um bacteriófago. Identificamos, sequenciamos e entregamos os certos para destruir as bactérias selecionadas”, explica o Customer Experience & Marketing Manager da empresa, Matias Rothhammer. 

Em análise, o profissional destaca que o uso excessivo de antibióticos e vacinas tem causado uma crise global que desafia o mercado a encontrar novas maneiras de tratar animais e humanos, por isso se faz cada vez mais necessário que se “compartilhe saúde”, como objetiva a PhageLab.  

Neste cenário, o uso de fagos como tecnologia combatente aumenta o bem-estar e a saúde animal, assim como reduz o uso de produtos químicos e bactericidas que podem causar danos e perturbações ao microbioma, como uma barreira natural. 

“Oferecemos um sistema completo. Com o nosso diagnóstico sabemos tudo o que acontece nas granjas, como as resistências aos antibióticos se desenvolvem, por quais motivos isso acontece e como se dá o funcionamento das interações entre diferentes bactérias”, complementa a Content Specialist, Alma Rates.  

A empresa, com sede no Centro de Inovação UC Anacleto Angelini UC em Santiago, Chile, conta com operações no Brasil e Espanha. Os tratamentos oferecidos estão disponíveis em toda a América Latina e Europa e são pensados de acordo com os setores.   

Como pontua Rothhammer, os aditivos combatem Salmonella na avicultura, E. coli na suinocultura e diarreia infecciosa causada por E. coli e Salmonella spp na bovinocultura. “Nossas linhas também levam em consideração as regiões, dos quais a A tem como foco a Argentina, B o Brasil e C o chile”, pontua, ao frisar que a iniciativa reforça a necessidade de se pensar de forma regional, entregando exatamente o que o produtor necessita

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