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Para Asbram, 2024 é ano de estabilização

Representatividade da entidade saltou para 75% do total do mercado
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João Paulo Monteiro | joao@dc7comunica.com.br

O ano de 2023 foi desafiador para a pecuária brasileira. A oscilação de mercado aliada à desvalorização do preço da arroba do boi trouxe um desânimo para o pecuarista, que reduziu o investimento em nutrição.

Mesmo assim, no segundo semestre houve uma recuperação no mercado de suplementos, mas sem ainda compensar a queda do início do ano. Com isso, em números, o ano fechou com recuo de 3,6% no volume, em relação a 2023.

Os dados são apresentados pelo zootecnista e conselheiro da Asbram, Juliano Sabella: “As quedas ficaram nos produtos pronto uso, proteicos, proteicos e energéticos”, ele acrescenta e continua: “Já os produtos para diluir/misturar e os concentrados tiveram crescimento”.

Isso mostra como o produtor buscou alternativas para reduzir custos, finalizando os produtos dentro da fazenda. “Essa alteração no tipo de produto vendido tem um impacto no número de cabeças mineralizadas, pois quando transformamos os produtos e calculamos a dose recomendada, vemos que a queda em animais suplementados foi de 1,7%, menor que volume”.

Ou seja, é possível concluir que o produtor buscou alternativas, mas que manteve a suplementação dos animais.

Leia, na íntegra, a coluna “ANO DE ESTABILIZAÇÃO”, na página 56 da edição de fevereiro (nº 202) da Revista FeedFood.

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