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Educação: Museu de Pesca será revitalizado

Instituição, localizada em Santos (SP), será ampliada e modernizada

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A fim de ampliar e modernizar os espaços de atuação, Museu de Pesca do Instituto de Pesca (IP-APTA) anuncia revitalização. Espaço recebe cerca de 60 mil visitantes por ano.

A autorização para a iniciativa, confirmada durante evento realizado no dia 31 de março, na Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, na capital paulista, foi assinada pelo secretário Itamar Borges.  De acordo com o Instituto, a ação privada poderá aportar recursos para realização do projeto museológico e do restauro.

“Assim que assumimos a Secretaria fizemos uma visita ao Museu da Pesca, em Santos (SP) e, após conhecermos o espaço e conversarmos com a equipe, nos unimos a eles no desafio de restaurar o Museu, e hoje anunciamos essa conquista”, destacou Borges durante a cerimônia.

A proposta de revitalização do Museu de Pesca terá por objetivos a ampliação e modernização de seus espaços e da atuação junto à comunidade. Além disso, tornará a edificação um espaço ainda mais propositivo e atuante de difusão do conhecimento e diálogo com a sociedade, ressaltando a relação entre o ser humano e o mar, bem como resgatando a tradição das comunidades pesqueiras da região e o desenvolvimento das tecnologias aplicadas nessa atividade.

Para a diretora do Museu de Pesca Thaís Moron Machado, cabe ainda à instituição valorizar os patrimônios naturais, sociais, culturais e ambientais ligados ao segmento da pesca, possibilitando aos visitantes descobrirem o mundo marítimo, além de intensificar a educação quanto às formas de preservação desses recursos naturais.

“O museu possui um potencial educativo e científico muito grande, que complementa e aprofunda o conhecimento. Além do acervo exposto, os resultados de muitas pesquisas do Instituto de Pesca se convertem em exposições que exploram tecnologia (QRCODE) e o lúdico, contribuindo assim com a divulgação da ciência”, destaca a profissional.

Ainda de acordo com ela, as mudanças focadas em exposições futuras devem despertar a conscientização ecológica dos visitantes sobre o ambiente e a biodiversidade aquática, com foco em sustentabilidade.

“Os visitantes serão estimulados a atuar como multiplicadores da cultura de preservação ambiental junto à escola, círculo familiar e amigos. A experiência da visita ao Museu de Pesca promove o encontro entre ciência e sociedade, razão e emoção, linguagem e tecnologia. Em um mundo cada vez mais conectado, é inevitável que a relação entre a tecnologia, arte e educação esteja cada vez mais próxima”, afirma.

O Museu conta em seu acervo com a ossada da baleia Balaenoptera physalus, com 23 metros de comprimento, 193 ossos e sete toneladas, tubarões, raias, tartarugas, peixes, lula-gigante e leões marinhos taxidermizados, diorama (cenário) representando os quatro ecossistemas marinhos do litoral paulista (manguezal, praia arenosa, costão rochoso e fundo do mar); sala do Barco, simulando um convés; esqueletos de animais aquáticos; sala das areias e conchas coletados em vários pontos do Brasil e do mundo e Quarto do Capitão, espaço lúdico que simula o quarto de um barco.

A reorganização do acervo existente no Museu, segundo a diretora, é constante, assim como a busca por novas peças e parceiros para exposições temporárias, sempre com temas ligados à preservação ambiental e cultura caiçara.

Fonte: A.I, adaptado pela equipe feed&food.

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