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Melhorias para mercado da carne bovina são debatidas em Sergipe

A possibilidade da redução do ICMS para as operações interestaduais com bovinos para abate em Pernambuco é destacada
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Foto: reprodução

As discussões sobre as melhorias no mercado da carne bovina em Sergipe, a qual já vem sendo pautada desde o ano passado entre as entidades, foram retomadas em um encontro na segunda-feira (08).

Entre os presentes na ocasião, representando os produtores rurais da pecuária de corte sergipanos estava a Federação de Agricultura e Pecuária de Sergipe (Faese), com a Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Pesca (Seagri) e a Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (Sefaz/SE).

Para o presidente da Faese, Ivan Sobral, a reunião foi muito proveitosa. “Apresentamos a eles a situação que ocorre em outros estados, a exemplo de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Foram discutidas algumas possibilidades”, pontuou. 

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Federação de Agricultura e Pecuária de Sergipe, Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Pesca e Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (Foto: reprodução)

“A secretaria fará todas as análises pertinentes ao caso e em breve teremos uma posição. Mas acreditamos na sensibilidade e no bom senso do governador de que essa redução possibilita uma regulação do mercado que, hoje, está saturado”, acrescentou Sobral.

A possibilidade da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as operações interestaduais com bovinos para abate em Pernambuco, estado o qual compra os gados que os produtores sergipanos não conseguem comercializar no mercado interno, cujo os peso são abaixo de 600 kg, foi o foco do encontro.

Caso atendido, o pleito não apenas garantirá a melhoria do escoamento da produção da pecuária de corte, mas também elevará a competitividade e profissionalização dos empresários, alavancando o valor do produto final e proporcionando bonificação/agregação de valor.

Contudo, dará aos produtores a oportunidade de receber o valor da produção à vista; segurança para ampliar os investimentos; aumentar o número de pequenos confinamentos e o de animais já existentes, com a garantia de mais empregos, diretos e indiretos, com a espiral positiva do aquecimento da economia local na base.

Fonte: CNA, adaptado pela equipe FeedFood.

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