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MAPA intensifica campanha contra PSA

Informativos foram colocados em locais com alto fluxo de viajantes

GERAL035 Porcos em fazenda em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, Brasil28/02/2008 Crédito: Paulo Whitaker/Reuters Usada em 27-02-20 Usada em 18-06-20
Informativos foram colocados em locais com alto fluxo de viajantes

Considerado área livre da Peste Suína Africana desde 1984, o Brasil tem muito a zelar com o surto da doença. Com o objetivo de evitar que o vírus entre no País, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) intensificou a vigilância contra a doença. A medida tomada pela Pasta foi a distribuição de material informativo em portos e aeroportos.

Ao todo foram distribuídos 88 banners, sendo 44 em português e 44 em inglês. Além disso, os aeroportos também emitem alertas sonoros para alertar os passageiros.

A doença. O vírus não oferece risco à saúde humana, mas pode dizimar plantéis de suínos, como vem ocorrendo em países como a China. Os javalis também são atingidos. Não existe vacina para a PSA. Os agentes da doença são resistentes, permanecendo nas fezes dos animais por até três meses e, em alimentos (produtos maturados), até nove meses.

Os sinais clínicos da PSA nos animais são febre alta (40 a 42 graus Celsius), hemorragia no nariz, orelhas, patas e abdômen, sangramento no reto, perda de apetite e depressão, além de problemas respiratórios. O período de incubação do vírus vai de cinco a 21 dias.

Fonte: MAPA, adaptado pela equipe feed&food.

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