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MAPA estreita laços com Universidade Federal de Viçosa

Ministra Tereza Cristina conheceu projetos de inovação tecnológica e capacitação profissional

A relação entre universidades e o agronegócio brasileiro é de suma importância para o desempenho do setor produtivo. Pensando nisso, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) reforçou parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV).

A visita à instituição, em Minas Gerais, ficou a cargo da ministra Tereza Cristina. Ação, que ocorreu na sexta-feira (27), teve como foco projetos voltados para o desenvolvimento do campo por meio da ampliação de inovações tecnológicas no meio rural, promoção da regularização ambiental, realização de residência profissional agrícola e fomento ao cooperativismo e associativismo.

Durante a passagem, a ministra visitou o Laticínio Escola – Produtos Viçosa, que está completando 50 anos. “O ambiente possui papel fundamental no cumprimento das atividades acadêmicas da UFV, servindo como laboratório para o ensino, pesquisa, extensão e inovação, colaborando com o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos, que têm a oportunidade de vivenciar na prática conteúdos acadêmicos. Anualmente, participam das atividades 1.500 estudantes, 50 instituições de ensino de diversas localidades do Brasil e 40 estagiários”, explica o Ministério.

Ainda de acordo com a Pasta, “o Laticínio Escola é uma referência no Brasil e no exterior por mostrar que é possível associar conhecimento e produção industrial com a aplicação de recursos para gerar mais receita em benefício acadêmico, além de produzir tecnologia inovadora e fomentar o desenvolvimento do mercado”.

Tereza Cristina também participou da inauguração do prédio Animal Housing, no Departamento de Zootecnia da universidade. Unidade conta com laboratório de metabolismo de grandes e pequenos ruminantes, laboratório de composição corporal e densitometria em tempo real e outros espaços que irão proporcionar o aumento na quantidade e qualidade de dados de pesquisa, permitindo avanços e inovações nas áreas de nutrição e melhoramento animal e zootecnia digital.

“A digitalização chegou muito antes do que pensávamos. Chegou para valer, para ficar. Agora temos que nos adaptar e fazer cada vez melhor”, afirma a ministra.

Fonte: MAPA, adaptado pela equipe feed&food.

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