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MAPA atua em práticas sustentáveis na pecuária

Brasil exportou mais de 15 bilhões de dólares para 190 países até agosto de 2023
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FOTO: MAPA

No último sábado (14) foi comemorado o dia da Pecuária Nacional, a data promove o setor que é primordial para a sociedade e para a economia brasileira. Conforme a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), o ramo pecuário terminou o ano de 2022 com um crescimento de 2,1%, o valor de produção gerado cresceu 17,5% em comparação ao ano anterior, com o valor de 116,3 bilhões de reais.

De acordo com a PPM de 2022, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem mais cabeças de gado do que pessoas, parte da produção é maior do que a quantidade de brasileiros.

Para a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o Brasil foi o maior exportador de carne bovina e de frango em 2022, ao embarcar mais de 25 bilhões de dólares em carnes. Até agosto de 2023, o País exportou mais de 15 bilhões de dólares para 190 países, entre suínos, equinos, ovinos e caprinos.

Conforme a pesquisa realizada em agosto mostra, os principais produtos pecuários são carne bovina e de frango, leite, carne suína e ovos, formando 29,6% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP).

O MAPA contribuiu para o melhoramento da pecuária, aperfeiçoando as práticas pecuaristas e dos pastos, a fim de ter maior qualidade e produtividade, além de tornar o setor mais sustentável. Existem diversas atuações para isso, entre elas, o Plano de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que funcionou entre 2010 e 2020 com o objetivo de reduzir o gás do efeito estufa no campo por meio de práticas e tecnologias sustentáveis. Em 2021 foi lançado o Plano ABC+ que tem a duração até 2030, para tratar com os impactos da mudança climática.

O coordenador de Mudanças Climáticas, Florestas Plantadas e Agropecuária Conservacionista, Adriano Oliveira, reforçou que o Plano ABC reduziu as emissões de gás de efeito estufa em torno de 200 milhões de toneladas de CO2 e para o ABC+ quintuplicou a meta em termos de redução.

Segundo o coordenador de Produção Animal, Bruno Leite, a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI) atua diretamente no fomento à implementação de sistemas integrados ou sistemas agroflorestais, sendo eles metas do plano ABC+.

Para Leite, esse sistema permite que as árvores façam sombra para os animais e que isso é “extremamente positivo porque faz com que os animais criados a pasto com o componente arbóreo tenham uma produtividade maior do que aqueles que não estão nesse sistema”.

Além dos sistemas agroflorestais ou integrados permitirem que os produtores rurais diversifiquem a fonte de renda da sua propriedade, uma que era apenas de pecuária, com este sistema passa a ter renda de outros produtos do agro.

Fonte: MAPA, adaptado pela equipe FeedFood.

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