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ICPSuíno e ICPFrango encerram 2021 em alta

Em dezembro, o ICPSuíno subiu 5,25% e o ICPFrango 1,5%

Entre os altos e baixos dos insumos necessários para a produção de frangos de corte e de suínos, custos para os setores produtivos encerraram 2021 em alta, como aponta os estudos publicados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa.

De acordo com os materiais, o ICPSuíno subiu 5,25% no mês de dezembro em relação a novembro, fazendo o índice chegar aos 400,51 pontos. Já o ICPFrango subiu 1,5% no mesmo período, chegando aos 403,53 pontos.

“A alta no ICPSuíno foi influenciada pela variação de 5,1% nas despesas operacionais com a alimentação dos animais, que representa 81% do custo de produção de suínos. Em 2021, o ICPSuíno acumulou 6,76% de aumento. Com isso, o custo total de produção por quilograma de suíno vivo produzido em sistema tipo ciclo completo em Santa Catarina voltou ao patamar dos R$ 7, o que não acontecia desde agosto (R$ 7,12)”, explica a Embrapa.

Ao que diz respeito ao ICPFrango, a alta também foi causada principalmente pela influência dos gastos com nutrição (1,58%) e nas despesas com energia elétrica e cama (0,11%). Em 2021, o índice acumulou variação de 19,79%. “O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva, subiu R$ 0,07 em dezembro com relação a novembro, chegando aos R$ 5,21”, detalha.

Levantamentos ressaltam que os Estados Santa Catarina e Paraná são usados como referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa, adaptado pela equipe feed&food.

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