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Exportação de suínos eleva receita em mais de 70%

Montante é o maior registrado na série histórica da Secex, iniciada em 2012

Montante é o maior registrado na série histórica da Secex, iniciada em 2012

Maior volume embarcado, valorização da proteína e a alta do dólar são os pilares que impulsionaram a suinocultura nacional no último mês. Os casos de Peste Suína Africana (PSA) registrados na China elevaram a demanda do país asiático pela proteína brasileira.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a receita relativa aos embarques de carne suína in natura, em maio, foi a maior da série histórica da Secex, iniciada em outubro de 2002. O preço mais elevado da carne que é exportada também aumenta a atratividade do mercado internacional frente ao doméstico.

Os dados da Secex apontam que o Brasil exportou 58,1 mil toneladas de carne suína in natura no último mês, o maior volume desde agosto de 2017, quando as vendas totalizaram 58,9 mil toneladas. O resultado de maio também representa avanços de 14% frente ao de abril e de 41% em relação ao do mesmo período do ano passado.

Já em relação ao preço pago pela proteína, houve alta de 5% de abril para maio, a US$ 2,27/kg (R$ 9,06) no último mês. No comparativo com o mesmo período do ano passado, a carne exportada está 11% mais cara, em termos nominais. O montante gerado com as exportações de carne suína in natura em maio, por sua vez, foi de R$ 526,32 milhões, recorde na série histórica da Secex, 22% superior ao de abril e 73% maior do que o de maio de 2018.

Fonte: Cepea, adaptado pela equipe Feed&Food.

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