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Especialistas debatem sobre os desafios da Salmonella

Tema tem sido dialogado com o governo e dentro da educação base

Tema tem sido dialogado com o governo e dentro da educação base

Diante da importância de assumir a seriedade do problema com a salmonella, produções brasileiras têm debatido a patologia de forma mais aberta, criando um diálogo mais próximo com o governo e até mesmo com a educação do consumidor.

Os maiores problemas da contaminação da doença são a perda de competitividade do comércio internacional e Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAS), que de acordo com os dados americanos e europeus, a Salmonella é o principal agente que leva à hospitalização. No Brasil, segundo o professor e pesquisador da Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), Roberto Degenhardt, as informações apontam para o mesmo cenário, embora sejam subestimadas, pois há subnotificação, e os dados poucos acessíveis.

O profissional ainda explica que não é bem claro qual o alimento responsável pelos surtos domésticos, local onde ocorrem os maiores casos de contaminação. De acordo com ele, dá-se muita culpa à contaminação cruzada, principalmente por carne/frango/ovo com alimentos cozidos e consumidos crus, mas não se pode deixar de considerar o consumo de frutas e verduras contaminados na origem e que não passam por higienização adequada. Além disso, outro fator importante é o desconhecimento em relação ao que estão consumindo: o que deve ser bem cozido, o que pode ser consumido cru, o que pode ser reaproveitado e o que deve ser descartado.

Ainda de acordo com o especialista, um dos caminhos para reverter esse cenário é a educação: “Ela sempre será a ferramenta para resolver qualquer problema”. Conforme explica, boa parte de todo esse debate pode ser resolvido colocando esses assuntos em pauta em salas de aula, pois são temas do cotidiano das crianças e adolescentes: “Isso chama atenção”, frisa.

Para isso acontecer, Roberto recomenda preparar os professores para ensinarem sobre alimentação saudável e segura, ainda afirma que as escolas precisariam ter cozinhas para ensinar os alunos a manipular os alimentos de forma correta. 

Durante a matéria de capa desse mês, os especialistas, Roberto Degenhardt, Anderlise Borsoi, Masaio Mizuno, Jalusa Kich, Simone Machado e outros, também falam sobre a patologia. Veja a matéria completa na revista feed&food on-line.

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