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Embate entre China e EUA pode favorecer exportação

Aumento das tarifas para o país asiático é principal motivador

Aumento das tarifas para o país asiático é principal motivador

O impasse entre a China e os Estados Unidos podem gerar oportunidades para o agronegócio brasileiro, como reforça a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Tereza Cristina. Entretanto, o acordo pode prejudicar a exportação da soja brasileira.

O debate foi levantado desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que irá aumentar em 25% as tarifas aplicadas a determinados produtos chineses vendidos no mercado norte-americano e que outros também podem ter as taxas reajustadas.

“A gente precisa saber se isso foi um recado ou se isso vai ser efetivado. É claro que se os Estados Unidos e a China não entrarem num acordo e se essas tarifas não voltarem ao que era antes, realmente é uma janela de oportunidade a mais para o Brasil”, explica a ministra.

O surto de peste suína africana na China é outro fator que pode estreitar essa relação comercial com o Brasil, de acordo com a visão da ministra. No país, ao menos 20% do rebanho de suínos foi atingido.

“Os chineses vão ter que importar carne dos Estados Unidos, do Brasil e de outros países para suprir a sua demanda interna e hoje já tem um alto preço. O Brasil vai poder colaborar um pouco para que esses preços da carne na China possam ter patamares menores do que eles estão hoje e deverão ficar”, afirma a ministra.

Fonte: MAPA, adaptado pela equipe Feed&Food.

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