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Em live, Vaccinar pauta Peste Suína Africana

Ação foi conduzida pelo médico veterinário e Assessor Técnico da linha de Suínos

Com um fluxo maior de imigração, passageiros e mercadorias no mundo, a atenção que deve ser dada à Peste Suína Africana (PSA) deve ser intensificada, alerta o Assessor Técnico – Suínos da Vaccinar, Alexandre Martins. Para ele, é importante ficar atento à doença, que já está presente no continente americano, na República Dominicana. “A Peste Suína Africana já está em quase todo o território desse país do Caribe e por lá há uma baixa eficácia de controle”, diz.  E é justamente pelos avanços ao redor do mundo que é importante que os suinocultores brasileiros tomem todas as precauções para evitar que a doença chegue ao nosso país.

Diante desse cenário, a Vaccinar Nutrição Animal, sempre próxima de seus clientes, entendendo suas dúvidas e preocupações, promoveu uma live sobre o assunto. “Sabendo da importância da prevenção, o tema do nosso encontro virtual foi Peste Suína Africana – Conhecer para Prevenir. É aquela velha história, prevenir é melhor que remediar”, alerta Lisandro Haupenthal, Gerente de Nutrição Suínos da Vaccinar.

Alexandre Martins, médico veterinário, cursa mestrado profissional em nutrição de monogástrico pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), e há 16 anos atua na suinocultura, diz que o Brasil tem, no momento, um cenário sanitário favorável. Ainda assim tem um custo de sanidade alto, de 2% a 7%, dependendo do modelo de produção. “Logo, é melhor investir na biosseguridade agora do que ter que assumir com um custo ainda maior, além de perder os mercados já conquistados”, frisa.

Martins abordou durante a live os sinais clínicos, o diagnóstico, a prevenção e os possíveis impactos econômicos da doença, que é contagiosa e letal. A Peste Suína Africana ainda não possui opção de vacina nem tratamento. Além disso, ela foi responsável por dizimar, em 2018 e 2019, a produção de animais e de carne suína na China, considerado o principal produtor global e o maior comprador da carne suína do Brasil.

Ainda hoje, a doença é considerada uma ameaça não só para Ásia, mas para vários países europeus e americanos. “Por todos esses motivos, a live reúne informações importantes sobre o assunto. Quem não pôde acompanhar o nosso encontro ao vivo, no dia 20 de outubro, pode assistir nas redes sociais da Vaccinar”, conta Martins.

Além da abordar aspectos técnicos da doença, foi abordada a importância econômica da suinocultura no país, que é o quarto maior produtor mundial de suínos, com grande parte da produção proveniente dos estados do Sul do Brasil. “Mesmo com as dificuldades vivenciadas em 2020, especialmente os desafios gerados com a pandemia e os elevados custos de produção, a suinocultura destacou-se fortemente em um acelerado ritmo de crescimento”, diz. Em 2020 na comparação com 2019, a produção registrou alta de 10%.

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