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Carne bovina brasileira será divulgada na Europa

Abiec e Apex-Brasil participarão da feira de Anuga, marcada para ocorrer de 9 a 13 de outubro

CARNE

Expor os produtos nacionais aos mais diferentes mercados é essencial, por isso a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), participará da edição 2021 da feira de Anuga. Ação tem como objetivo destacar a sustentabilidade da carne bovina brasileira.

A feira, conhecida como uma das mais importantes do setor de alimentos no mundo, ocorrerá de 9 a 13 de outubro, na cidade de Colônia, Alemanha e terá dois estandes do projeto Brazilian Beef integrados no pavilhão de exposições.

Segundo a Abiec, o estande principal ocupará uma área de 196 metros quadrados onde os visitantes poderão conhecer mais sobre a qualidade e segurança que fazem a carne bovina brasileira ser apreciada por consumidores em 157 países. “Em respeito aos protocolos para prevenção da Covid-19 o tradicional churrasco de degustação da carne brasileira não será realizado”, destaca.

Novidade fica por conta da Rota da Carne Sustentável, uma área adicional de 231 metros quadrados. “No espaço, os visitantes terão acesso a sete painéis que apresentarão as ações, os compromissos e as metas de sustentabilidade da pecuária brasileira, demonstrando que a carne do Brasil segue os mais responsáveis padrões de segurança alimentar associados à produção sustentável”, explica a Abiec.

Ainda para a participação, um dos painéis ofertará dados sobre o impacto positivo do uso da tecnologia no campo. “Nos últimos 30 anos, o desenvolvimento e adoção de tecnologia permitiram que a produtividade crescesse 159%, resultando em um aumento de 122% na produção de carne. Caso o setor tivesse mantido os padrões produtivos de 1990, sem investimentos em tecnologias e em outras frentes, seriam necessários mais 280,2 milhões de hectares de pastagem para atingir tamanho crescimento. No entanto, esses investimentos permitiram à pecuária brasileira não só aumentar a produtividade sem utilização de novas áreas, mas reduzir em 13,6% a área total ocupada com pasto, que passou de 191,3 milhões de hectares em 1990 para 165,2 milhões de hectares. Essas áreas que deixaram de ser utilizadas como pastagens foram destinadas para outras frentes, como a produção agrícola, o reflorestamento e o desenvolvimento social”, finaliza a Associação.

Fonte: Abiec, adaptado pela equipe feed&food.

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