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Atenção à microbiota de leitões potencializa sistema imune

Tema foi debatido durante o Webinar realizado pela Wisium, nesta sexta-feira (20)

Wellington Torres, de casa

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A nutrição adequada de leitões é essencial para bom desempenho das granjas. Por isso, Wisium debateu sobre o tema, com foco em novidades, durante o webinar “Nutrição e Saúde dos Leitões”. Ação, que ocorreu nesta sexta-feira (20), contou com a participação do prof. Dr. Vinícius Cantarelli.

Segundo Cantarelli, ao se falar sobre os mecanismos utilizados pela indústria produtiva atual, é muito interessante ver como as empresas estão se movimentando de encontro aos avanços científicos, a fim de ofertar tecnologias e, por pesquisadores, conceitos novos. “Muita coisa já está sendo aplicada. O movimento está bem dinâmico e cabe a nós, técnicos, entender todos esses mecanismos para construir as melhores soluções”, ressaltou.

Neste cenário de evolução, o profissional destacou que, ao se formular uma dieta para leitões, se pensa muito, ainda, unicamente na produtividade, como melhor digestibilidade e performance. Contudo, estar a par de nutrir e modular, estrategicamente, a microbiota modular, é tão essencial quanto.

“[A microbiota modular] vai afetar ou garantir um sistema imune mais preparado – e não ativo – e reflete em desempenho e retorno sobre o investimento”, explicou, ao afirmar que “precisamos conhecer mais, para obter os melhores resultados”.

Para ele, o conceito de nutrição e saúde, temas do Webinar, estão ligados a maior atenção dos produtores às questões intestinais.

Nutrição e antibióticos

Como também pontuou Cantarelli ao longo da ação, a indústria produtiva suína tem buscado por novas oportunidades, como programas de substituição total dos antiobióticos.

“Precisamos continuar gerando resultados neste caminho, pois ele não tem volta”, destacou. Um dos motivos para a reafirmação desse olhar é a mudança de comportamento dos consumidores, muito mais preocupados com os métodos produtivos das proteínas que serão consumidas.

“Bem-estar é uma questão de saúde pública. Se o animal está bem, ele tem menos disfunção de barreira intestinal, transloca menos micotoxinas e bactérias patogênicas. Isso é muito legal”, ressaltou, ao complementar que é importante lembrarmos que “somos um país exportador de carne suína, então também temos que ver como estão os outros mercados”. “[Essa mudança de comportamento] impacta muito”, afirmou.

Ainda neste tema, confira, o artigo, também disponível em nosso portal, sobre dicas ofertadas pela Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Suínos da Wisium ADM NA, Marianne Kutschenko. Profissional foi responsável por apresentar o Webinar realizado hoje. Clique aqui.

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