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Agenda destaca investimentos entre Brasil e Portugal 

Secretário português reafirmou interesse do empresariado durante comitiva oficial
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A visita do secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, à Portugal e Espanha já começa a acender oportunidades.

Rosa reforça o interesse brasileiro em aprofundar o comércio bilateral e os investimentos dos dois países no Brasil. A agenda alinha-se às premissas do novo governo de reinserir o Brasil como ator relevante no cenário internacional. 

Além de acompanhar a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Elias Rosa manteve, no último sábado (22), reunião bilateral com o secretário de Estado da Economia de Portugal, Pedro Cilínio, ocasião em tratou de temas como comércio e investimentos bilaterais, reindustrialização do Brasil, desenvolvimento sustentável e transição para uma economia verde. A ApexBrasil também esteve representada na reunião.

No encontro, Cilínio reafirmou o interesse do empresariado de seu país no Brasil. Ele ainda indicou ser relevante o interesse na continuidade de investimentos e parcerias com a Embraer, além da expansão da atuação privada na geração de energia, como tem ocorrido em Portugal. 

As biorrefinarias, a legislação sobre o clima e a necessidade de permanente expansão da transição energética também foram assuntos da reunião. “Apresentamos o PADIS, nosso programa de incentivo ao desenvolvimento de semicondutores e agora energia solar, querendo atrair a instalação de fábricas de placas no Brasil”, afirmou Márcio Elias Rosa. 

Em 2022, a corrente de comércio entre Brasil e Portugal somou US$ 5,3 bilhões, com exportações no valor de US$ 4,3 bilhões e importações de US$ 990 milhões, o que resultou em um superávit de cerca de US$ 3,3 bilhões para o Brasil.  Portugal é o 15º maior investidor no País, com um estoque de Investimento Estrangeiro Direto (IED) equivalente a US$ 11,6 bilhões, o que corresponde a 2% do total recebido pelo Brasil até 2021.

A Espanha, por sua vez, é o 8º maior parceiro comercial do Brasil, tendo a corrente de comércio bilateral registrado US$ 13,5 bilhões no ano passado, quando o país ibérico figurou como o 10º maior destino das exportações brasileiras (US$ 9,7 bilhões) e a 5ª maior origem das nossas importações (US$ 3,7 bilhões), com um superávit de US$ 6 bilhões para o Brasil. É também o 2ª maior país investidor no Brasil, somente atrás dos Estados Unidos, com um estoque de IED equivalente a US$ 47,9 bilhões, ou 7% do total recebido pelo Brasil até 2021.

Fonte: MDIC, adaptado pela equipe FeedFood.

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